Passeios no Pantanal: 17 atrações para incluir no roteiro

16 de outubro de 2025

Os passeios no Pantanal permitem conhecer de perto a biodiversidade, as paisagens e a cultura de uma das maiores planícies alagáveis do mundo. Localizado entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o destino reúne atividades em rios, baías, campos, estradas e propriedades pantaneiras.

Safáris fotográficos, navegações, cavalgadas, trilhas e focagem noturna estão entre as experiências mais conhecidas. A programação também pode incluir pesca, gastronomia regional, cidades históricas e iniciativas dedicadas à conservação da fauna.

Como o ciclo das águas modifica o território durante o ano, os passeios disponíveis e as condições de acesso podem variar conforme a época e a região escolhida.

Neste guia, você conhece as principais atrações e entende o que fazer no Pantanal em viagens de diferentes durações.

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Quais são os principais passeios no Pantanal? 17 atrações

Quem procura passeios no Pantanal encontra atividades ligadas à observação da fauna, aos rios, à cultura local e aos diferentes ambientes da região.

Entre as opções mais conhecidas estão navegações em chalana, canoa ou barco-hotel, pesca esportiva, safáris fotográficos, observação de aves, cavalgadas, trilhas e focagem noturna. Para ampliar a programação, veja também outras opções de o que fazer no Pantanal.

Cidades como Miranda, Aquidauana e Corumbá também podem entrar no roteiro com atrações históricas, gastronomia e atividades relacionadas à cultura regional.

A seguir, conheça 17 passeios e atrações que podem fazer parte da viagem.

1. Passeios de barco, chalana, canoa ou barco-hotel

Os passeios de barco estão entre as atividades mais tradicionais para quem visita o Pantanal. Eles podem ser realizados em chalanas, canoas ou barcos-hotel, e cada modalidade proporciona uma forma diferente de percorrer os rios e áreas alagadas.

Durante a navegação, o visitante passa por rios, baías e corixos que abrigam aves, capivaras, jacarés, lontras e outras espécies. Dependendo da região, da época e das condições naturais, também podem ocorrer avistamentos de onças-pintadas.

A chalana possui estrutura para receber grupos maiores e costuma integrar passeios com duração determinada. A canoa permite percorrer trechos menores e com menos interferência sonora, favorecendo a observação do ambiente ao redor.

Já o barco-hotel reúne hospedagem e navegação. Essa modalidade permite explorar trechos mais longos durante vários dias, com estrutura para alimentação e pernoite a bordo.

Antes de escolher, vale verificar a duração, o percurso, o tipo de embarcação e quais serviços fazem parte da atividade.

2. Pescaria no Pantanal

A pescaria faz parte da cultura, da alimentação e da economia de diferentes comunidades pantaneiras. Para visitantes, ela aparece principalmente na pesca esportiva e em atividades conduzidas por profissionais que conhecem os rios da região.

As águas pantaneiras abrigam espécies como dourado, pintado, pacu e piranha. Durante as saídas, guias locais orientam sobre os pontos de pesca, as técnicas utilizadas e as normas que precisam ser respeitadas.

Na pesca esportiva, práticas de conservação podem incluir a devolução dos peixes ao rio. Já experiências relacionadas à pesca artesanal permitem conhecer conhecimentos transmitidos entre gerações e a relação das populações locais com os recursos hídricos.

A atividade está sujeita a períodos de defeso e regulamentações específicas. Por isso, é importante consultar as regras aplicáveis antes da viagem.

Além da pesca, os trajetos de barco permitem observar aves e outros animais que circulam pelas margens dos rios.

3. Safári fotográfico

O safári fotográfico está entre os passeios no Pantanal mais procurados por viajantes interessados em observar e registrar a fauna.

A atividade pode acontecer em veículos adaptados, embarcações ou, em determinados roteiros, durante deslocamentos a cavalo. O percurso passa por áreas frequentadas por diferentes espécies em vida livre.

A onça-pintada costuma receber grande atenção, mas a fauna inclui também antas, capivaras, tamanduás-bandeira, cervos, jacarés, araras, tuiuiús e muitas outras aves.

Guias locais ajudam a identificar rastros, localizar animais e compreender seus comportamentos. O conhecimento do território também contribui para reconhecer áreas utilizadas por determinadas espécies.

O amanhecer e o final da tarde aparecem com frequência nas programações por concentrarem maior atividade de alguns animais.

Como a observação acontece em ambiente natural, os avistamentos variam em cada saída e não podem ser garantidos.

4. Trilha da Vazante

A Trilha da Vazante permite caminhar por áreas diretamente influenciadas pelas variações no nível das águas do Pantanal.

Durante o percurso, o visitante observa a transição entre terrenos mais secos e áreas sujeitas ao alagamento, compreendendo como os ciclos das águas interferem na vegetação e na circulação dos animais.

Tuiuiús, garças, araras e diferentes mamíferos podem aparecer ao longo da caminhada. Os condutores também ajudam a identificar pegadas, sons e outros sinais deixados pela fauna.

Além da observação de animais, a atividade apresenta informações sobre plantas, áreas alagáveis e adaptações das espécies às condições do território.

As trilhas podem ser realizadas em diferentes horários, conforme a programação e as condições locais. Saídas no início da manhã e no fim da tarde também permitem acompanhar mudanças na temperatura e na movimentação da fauna.

5. Focagem noturna

A focagem noturna permite observar uma parte da fauna que se torna mais ativa depois do anoitecer.

O passeio pode ser realizado em veículos ou embarcações e utiliza iluminação apropriada para localizar os animais sem dispensar o acompanhamento de profissionais que conhecem a região.

Jacarés, capivaras, cervos, corujas e pequenos mamíferos estão entre as espécies que podem aparecer. Dependendo da área percorrida, outros animais de hábitos noturnos também podem ser encontrados.

Os sons ganham importância durante a atividade. Cantos, movimentos na vegetação e ruídos próximos à água ajudam os guias a perceber a presença de animais antes mesmo do avistamento.

Além de ampliar as possibilidades de observação, a focagem apresenta comportamentos diferentes daqueles encontrados nas atividades realizadas durante o dia.

6. Passeio a cavalo e vida pantaneira

A cavalgada está diretamente relacionada ao cotidiano das propriedades rurais do Pantanal.

Os cavalos utilizados na região estão adaptados aos terrenos e permitem atravessar campos, áreas alagáveis e trechos onde outros meios de transporte encontram maior dificuldade.

Durante o passeio, o visitante conhece práticas presentes na rotina das fazendas e compreende a importância do cavalo no manejo do gado e nos deslocamentos pelo território.

Guias e moradores podem compartilhar informações sobre o trabalho rural, os costumes e os conhecimentos construídos a partir da convivência com as condições pantaneiras.

O ritmo da cavalgada também permite observar a paisagem e a fauna ao longo do percurso, com uma dinâmica diferente das atividades realizadas em veículos.

7. Passeio de trem até Miranda

O passeio de trem em direção a Miranda, em Mato Grosso do Sul, acrescenta uma perspectiva histórica ao roteiro pelo Pantanal.

O percurso está relacionado à antiga malha ferroviária utilizada para conectar diferentes áreas do estado e atravessa paisagens urbanas e rurais ao longo do caminho.

Durante a viagem, é possível observar características do território e conhecer mais sobre a importância que a ferrovia teve para a integração regional.

Miranda também funciona como uma das bases utilizadas para acessar áreas do Pantanal Sul, com hospedagens, propriedades rurais e diferentes atividades turísticas.

Como os trajetos e a operação ferroviária podem sofrer alterações, a disponibilidade deve ser consultada antes da inclusão do passeio no roteiro.

8. Miranda no Pantanal Sul

Miranda está entre as principais cidades utilizadas como base para conhecer o Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Localizada a cerca de 200 quilômetros de Campo Grande, oferece acesso a propriedades pantaneiras, rios e áreas onde são realizados safáris, cavalgadas, passeios de barco e observação de fauna.

A região também possui presença indígena e comunidades que mantêm manifestações culturais e produção artesanal.

Além das atividades de natureza, o contato com esses grupos ajuda a conhecer outros aspectos da formação cultural da região.

Miranda conta ainda com estrutura de hospedagem e alimentação, o que permite utilizá-la como ponto de apoio para diferentes passeios no Pantanal Sul.

9. Aquidauana

Aquidauana é outra cidade utilizada como entrada para diferentes áreas do Pantanal Sul.

Situada às margens do rio de mesmo nome, combina estrutura urbana com proximidade de propriedades rurais e ambientes onde são realizadas atividades turísticas.

Passeios de barco, caminhadas, cavalgadas, observação da fauna e experiências ligadas à gastronomia regional estão entre as possibilidades.

A cidade também possui produção cultural e artesanal relacionada à história e às populações da região.

Por sua localização, Aquidauana pode funcionar como base para visitar diferentes propriedades e organizar passeios sem permanecer exclusivamente dentro de uma fazenda pantaneira.

10. Projeto Arara Azul

O Projeto Arara Azul tornou-se uma referência em conservação da arara-azul-grande no Pantanal.

A iniciativa desenvolve atividades de monitoramento de ninhos, pesquisa científica, educação ambiental e acompanhamento das populações da espécie.

Conhecer esse trabalho permite compreender os desafios enfrentados na conservação da fauna pantaneira e como pesquisas de longo prazo contribuem para a proteção das aves.

Em determinadas áreas, visitantes também podem observar araras em vida livre e aprender sobre seus hábitos, alimentação e reprodução.

As atividades disponíveis ao público dependem da área e da programação do projeto. Por isso, a possibilidade de visita deve ser confirmada antes da viagem.

11. Restaurantes e gastronomia no Pantanal

A gastronomia também faz parte dos passeios no Pantanal, principalmente para quem deseja conhecer aspectos da cultura regional além das atividades de natureza.

Peixes de água doce aparecem em diversos preparos. Pintado, pacu e outras espécies dividem espaço com receitas como arroz carreteiro, sopa paraguaia, carne de sol e acompanhamentos à base de mandioca.

Em algumas fazendas e pousadas, as refeições já fazem parte da programação e apresentam receitas preparadas de acordo com hábitos locais.

Restaurantes encontrados nas cidades também ajudam a conhecer influências culturais presentes na alimentação pantaneira.

Reservar espaço para essas experiências no roteiro permite compreender como o território, os rios e as atividades econômicas locais participaram da formação da culinária da região.

12. Serra da Bodoquena

A Serra da Bodoquena está próxima ao Pantanal Sul e pode ser incluída em viagens com mais dias disponíveis.

Localizada em Mato Grosso do Sul, a região reúne rios de águas transparentes, cachoeiras, trilhas, cavernas e áreas de vegetação com características diferentes das encontradas na planície pantaneira.

Essa proximidade faz com que muitos viajantes combinem os dois destinos na mesma programação.

No Pantanal, o foco pode estar na observação da fauna, nos rios e na cultura pantaneira. Na Serra da Bodoquena, atividades aquáticas, caminhadas e visitas a cachoeiras ampliam as possibilidades.

Para fazer essa combinação, é importante considerar as distâncias entre as hospedagens e reservar dias específicos para cada região.

13. Estrada Parque Pantanal

A Estrada Parque Pantanal está entre os percursos terrestres mais conhecidos da região.

O trajeto atravessa áreas alagadas, rios, campos e pontes de madeira e permite observar como a paisagem muda ao longo do caminho.

Jacarés, capivaras, araras e outras aves podem aparecer próximos à estrada. Dependendo das condições naturais, outros animais também podem ser avistados durante o percurso.

Por ser uma via pública, não há cobrança de ingresso para trafegar pela estrada, o que a torna uma opção para quem procura atividades sem custo de entrada.

As condições do caminho mudam conforme a época do ano. Chuvas e aumento do nível das águas podem dificultar determinados trechos.

Antes de realizar o percurso, consulte as condições de acesso e avalie se o veículo utilizado é adequado.

14. Forte Coimbra

O Forte Coimbra está localizado às margens do rio Paraguai, no Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Construído no século XVIII, o espaço teve função estratégica na proteção da fronteira oeste brasileira e esteve relacionado a diferentes episódios da história regional.

A visita permite conhecer aspectos ligados à ocupação do território, à presença militar e à importância do rio Paraguai para a região.

A localização do forte também oferece uma perspectiva das águas e das áreas pantaneiras ao redor.

Como o acesso exige maior planejamento do que atrações localizadas nos centros urbanos, as condições de deslocamento e visitação devem ser verificadas previamente.

15. Praia do Daveron

A Praia do Daveron está localizada em Cáceres, no Mato Grosso, e possui uma característica diretamente relacionada ao ciclo das águas.

Durante a vazante do rio Paraguai, a redução do nível da água revela faixas de areia utilizadas por moradores e visitantes para lazer.

O local permite contato com o rio e pode receber atividades recreativas durante os períodos em que a praia está formada.

Cáceres também possui forte relação com a pesca e recebe eventos associados à atividade, reforçando a importância do rio para a cultura e a economia da cidade.

Como a formação da praia depende das condições naturais, sua extensão e disponibilidade variam ao longo do ano.

16. Cristo Rei do Pantanal

O Cristo Rei do Pantanal está localizado em Corumbá e funciona como monumento religioso e mirante da cidade.

Instalado em uma área elevada, o local oferece vista para Corumbá, o rio Paraguai e parte das áreas pantaneiras próximas.

A visita pode ser incluída em um roteiro urbano pela cidade e combinada com outros atrativos históricos e culturais.

O final da tarde costuma ser um horário procurado para observar a paisagem a partir do mirante.

Para quem utiliza Corumbá como base no Pantanal Sul, o Cristo Rei complementa os passeios realizados fora das áreas naturais.

17. Casario do Porto

O Casario do Porto é um dos principais conjuntos históricos de Corumbá.

As construções foram erguidas principalmente entre os séculos XIX e XX e estão relacionadas ao período em que a navegação pelo rio Paraguai teve grande importância para o comércio regional.

As fachadas e edificações preservadas ajudam a compreender a relevância econômica de Corumbá naquele período e sua relação com o transporte fluvial.

Atualmente, a região reúne espaços culturais, restaurantes e outros pontos de visitação.

Passear pelo Casario do Porto acrescenta história e arquitetura ao roteiro e complementa as atividades realizadas em rios, estradas e áreas de observação da fauna.

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Como escolher os passeios no Pantanal

A escolha depende da região, da época da viagem, do perfil dos viajantes e da quantidade de dias disponíveis.

Quem tem interesse maior em fauna pode priorizar safáris, passeios de barco e focagem noturna. Cavalgadas e atividades em propriedades rurais aproximam o visitante da cultura pantaneira, enquanto cidades como Corumbá acrescentam história e gastronomia ao roteiro.

O ciclo das águas também interfere na programação. Em períodos mais secos, algumas áreas terrestres apresentam melhores condições de acesso e a distribuição dos animais muda. Quando há maior presença de água, as atividades fluviais ganham novas possibilidades.

Para famílias com crianças, passeios de menor duração, observação de aves e atividades em fazendas são indicados conforme idade e estrutura oferecida.

Passeios no Pantanal gratuitos

Para quem deseja saber o que fazer no Pantanal de graça, existem opções que revelam toda a grandiosidade da região sem custo algum. A Estrada Parque, por exemplo, é um dos passeios mais famosos, ou seja, um trajeto de mais de 100 km que liga Corumbá a Miranda e permite observar, do próprio carro, a vida selvagem em plena atividade. 

Durante o percurso, é comum ver jacarés às margens, capivaras que cruzam a estrada, aves coloridas e até onças, em dias de sorte. Outra atividade gratuita é aproveitar os mirantes naturais para contemplar o pôr do sol, que reflete nas águas e cria cenários inesquecíveis. 

Caminhadas em áreas públicas também proporcionam contato direto com o Cerrado alagado. Essas alternativas mostram que o Pantanal pode ser vivido intensamente, mesmo sem gastar.

Passeios no Pantanal para fazer com crianças

Descobrir o que fazer no Pantanal com crianças é unir diversão, aprendizado e segurança. Os passeios de barco curtos são uma excelente opção, já que permitem observar animais como jacarés, capivaras e araras em seus habitats naturais, sempre acompanhados por guias experientes.

Visitar fazendas pantaneiras também é uma experiência marcante para os pequenos, que podem andar a cavalo, conhecer a rotina do campo e aprender sobre a importância da preservação ambiental. Trilhas leves, adaptadas para famílias, complementam a vivência ao proporcionar contato direto com a flora e a fauna locais.

Essas experiências educativas despertam a curiosidade e incentivam o respeito à natureza desde cedo. No Pantanal, cada atividade se transforma em uma oportunidade de aprendizado e encantamento para crianças e adultos.

Quantos dias reservar para os passeios no Pantanal

Três dias permitem concentrar algumas das principais atividades em uma única região. O roteiro pode combinar navegação, safári, focagem noturna e uma atividade terrestre, desde que os deslocamentos sejam reduzidos.

Com quatro dias, é possível distribuir melhor as saídas e observar a fauna em diferentes períodos. No Pantanal Norte, por exemplo, a programação pode incluir Transpantaneira, safáris, caminhadas e atividades noturnas.

Cinco dias ampliam as possibilidades e permitem avançar até áreas como Porto Jofre. No roteiro da Vivalá, a programação inclui saídas terrestres, observação em diferentes horários e navegação pelo rio São Lourenço.

Quanto maior a permanência, mais fácil fica distribuir os deslocamentos e evitar uma programação concentrada em poucos períodos.

Faça os passeios no Pantanal com a Vivalá

A Vivalá organiza expedições pelo Pantanal Norte com hospedagem, deslocamentos e atividades previstas ao longo dos dias.

O roteiro percorre a Transpantaneira e inclui safáris terrestres, focagem noturna e navegação em áreas de observação da fauna. Porto Jofre e o rio São Lourenço também podem integrar a programação.

As atividades são realizadas com profissionais e parceiros locais e combinadas em horários diferentes para ampliar as possibilidades de conhecer o território e observar as espécies.

Para quem deseja realizar alguns dos principais passeios no Pantanal com a logística estruturada previamente, conheça a Expedição Pantanal da Vivalá.

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