Quer saber o que fazer em Alter do Chão? Ilha do Amor, Canal do Jari, Floresta Nacional do Tapajós, Serra Piroca, Ponta do Cururu, Rio Arapiuns e praias como Pindobal estão entre os principais lugares para conhecer. A viagem também pode incluir trilhas, navegações, carimbó, gastronomia tapajônica e atividades conduzidas por moradores e comunidades da região.
Alter do Chão fica no município de Santarém, no oeste do Pará, às margens do Rio Tapajós. Dessa forma, vale destacar que o movimento das águas interfere diretamente na paisagem, já que praias, canais e áreas de floresta assumem configurações diferentes ao longo da cheia e da vazante. Além disso, o período da viagem também influencia a forma de acessar e combinar alguns dos passeios.
Em suma, ao longo deste conteúdo, você vai conhecer praias, trilhas, rios, áreas de floresta e atividades culturais que ajudam a compreender diferentes partes da região.


O que fazer em Alter do Chão: 12 passeios e atrações
Os passeios em Alter do Chão começam perto da vila e avançam pelo Tapajós, por canais, áreas de floresta e outros rios da região. Ilha do Amor e Serra Piroca exigem deslocamentos menores, enquanto Canal do Jari, Rio Arapiuns e Floresta Nacional do Tapajós pedem mais tempo e uma organização prévia do dia.
Antes de conhecer cada opção, veja algumas das paisagens, atividades e encontros registrados pela Vivalá durante uma expedição pela região de Alter do Chão e do Rio Tapajós.
1. Conheça a Ilha do Amor
A Ilha do Amor em Alter do Chão fica diante da vila e está entre as paisagens mais conhecidas da região. A extensão da faixa de areia acompanha o nível das águas, por isso a aparência da praia muda ao longo do ano e ganha características diferentes entre cheia e vazante.
O acesso acontece pelas catraias que realizam a curta travessia entre a orla e a ilha. Os catraieiros de Alter do Chão foram declarados patrimônio histórico-cultural imaterial de Santarém, e seu trabalho permanece ligado tanto ao transporte quanto à história cotidiana da vila.
Na ilha, o tempo pode ser dividido entre banho, caminhada pela faixa de areia e permanência na praia.
2. Suba a Serra Piraoca
A Serra da Piraoca (ou Serra Piroca) permite observar o Lago Verde, rios, igarapés e áreas de floresta a partir de um ponto elevado próximo a Alter do Chão. A trilha possui cerca de dois quilômetros e chega a uma elevação de aproximadamente 110 metros, com um trecho mais inclinado perto do topo.
A caminhada pede atenção ao horário, ao calor e às condições do percurso, principalmente quando a intenção é chegar ao alto no fim da tarde. A subida à Serra Piroca com pôr do sol também aparece entre as atividades previstas na Expedição Amazônia Alter do Chão da Vivalá.
3. Navegue pelo Lago Verde e pela Floresta Encantada
O Lago Verde fica próximo à vila e abre caminho para uma navegação em uma paisagem diferente das praias mais abertas do Tapajós. Conforme o nível das águas, embarcações menores conseguem avançar por trechos cercados pela vegetação, aproximando o passeio das áreas de floresta alagada.
A Floresta Encantada integra essa região e faz parte das atividades da operação da Vivalá em Alter do Chão. Como a água determina parte do acesso e do percurso, vale conferir as condições locais antes de encaixar a atividade em um dia específico.
4. Conheça Pindobal e Ponta de Pedras
Pindobal e Ponta de Pedras ampliam a programação para praias que ficam fora da área central de Alter do Chão. Ponta de Pedras se destaca também pelas formações rochosas que aparecem junto à margem, enquanto Pindobal oferece outra possibilidade de permanecer às margens do Tapajós durante o dia.
O Portal de Turismo de Santarém relaciona Ponta de Pedras entre os atrativos turísticos do município. Como os deslocamentos são maiores do que os necessários para chegar à Ilha do Amor, vale verificar antes da saída se as duas praias fazem sentido dentro do mesmo circuito e quais outras paradas estarão previstas.
5. Navegue pelo Canal do Jari
O Canal do Jari percorre uma paisagem de várzea onde água e vegetação mudam conforme o ciclo dos rios. Durante a navegação, o visitante passa por uma área diferente das praias abertas do Tapajós e encontra atividades organizadas por pessoas que vivem ao longo do percurso.
Na programação da Vivalá, o passeio pelo Canal do Jari aparece junto à vivência com Dona Dulce e à visita ao Quintal das Vitórias-Régias. Essa combinação permite conhecer primeiro a paisagem durante a navegação e depois se aproximar de um trabalho desenvolvido dentro do próprio território.
6. Conheça Dona Dulce e o Quintal das Vitórias-Régias
Dona Dulce, como é conhecida a cozinheira Dulce Oliveira, vive no Canal do Jari e desenvolveu um trabalho ligado ao cultivo e ao uso culinário da vitória-régia. Depois de começar a cultivar a planta perto de casa, passou a observar suas características, registrar experiências na cozinha e criar diferentes preparações a partir dela.
Uma reportagem da SUMAÚMA registra mais de vinte receitas desenvolvidas pela cozinheira e mostra como sua casa e o jardim passaram a receber visitantes interessados em conhecer o cultivo e provar parte dessas preparações.
A vivência com Dona Dulce e a visita ao Quintal das Vitórias-Régias estão entre as atividades da Expedição Amazônia Alter do Chão da Vivalá. O passeio ganha, assim, uma referência concreta de autoria e trabalho local, com Dona Dulce apresentando ao visitante a trajetória que construiu no Jari.
7. Veja o pôr do sol na Ponta do Cururu e na Ponta do Muretá
Ponta do Cururu e Ponta do Muretá entram em diferentes circuitos de navegação pelo Tapajós e podem funcionar como paradas para banho ou permanência na praia. Como acontece em outros bancos de areia da região, a paisagem acompanha o nível das águas e pode assumir configurações distintas durante o ano.
A Ponta do Cururu ganhou destaque especialmente nos roteiros de fim de tarde, quando a navegação permite acompanhar o pôr do sol sobre o Tapajós. Cururu também aparece entre os pontos turísticos destacados pelo Portal de Turismo de Santarém.
Antes de reservar, confirme se Cururu, Muretá ou ambos fazem parte do circuito oferecido naquele período.
8. Reserve um dia para o Rio Arapiuns
O Rio Arapiuns amplia o roteiro para uma região onde praias, áreas de floresta e comunidades aparecem ao longo de uma navegação mais extensa. Por isso, esses passeios costumam exigir mais tempo do que as atividades concentradas nas proximidades de Alter do Chão.
O turismo de base comunitária está presente em diferentes pontos do Arapiuns. São Marcos, Tucumã, Vila Coroca e outras comunidades desenvolvem atividades relacionadas à gastronomia, artesanato, produção local, rios e floresta, com moradores participando da organização e da oferta das experiências.
Os percursos mudam de acordo com o operador e a região escolhida. Antes de reservar, confira quais praias, comunidades e atividades fazem parte daquela saída, porque o Rio Arapiuns não corresponde a um único circuito padronizado.
9. Caminhe pela Floresta Nacional do Tapajós
A Floresta Nacional do Tapajós amplia a viagem para uma área de floresta onde diferentes comunidades participam de iniciativas ligadas à visitação e ao Turismo de Base Comunitária. Trilhas, igarapés, praias e árvores de grande porte aparecem em roteiros que partem de localidades como Maguari, Jamaraquá e São Domingos.
A visita precisa considerar o acesso, a condução e o tempo destinado à caminhada. Como os percursos possuem características próprias e ficam fora da área central de Alter do Chão, reservar um período maior para a Flona permite realizar a atividade sem comprimir deslocamentos.
10. Conheça Maguari e percorra a Trilha da Vovó
Maguari fica dentro da Floresta Nacional do Tapajós e reúne diferentes atividades organizadas no território. Entre elas está a Trilha da Vovó Samaúma, um percurso registrado pelo ICMBio entre os atrativos da comunidade. O documento oficial indica uma caminhada de maior duração e dificuldade moderada a difícil, o que reforça a necessidade de planejamento antes da atividade.
A Trilha da Vovó em Maguari também aparece na programação da Vivalá, junto a uma oficina de artesanato local. Dessa maneira, a visita apresenta uma comunidade específica e trabalhos organizados por pessoas que vivem na Flona, evitando tratar todos os territórios locais como se funcionassem da mesma forma.
11. Conheça a piracaia e a gastronomia tapajônica
A culinária da região acompanha ingredientes que fazem parte da vida no Pará, com peixes, farinha de mandioca, frutas amazônicas e diferentes preparações encontradas em restaurantes, comunidades e atividades organizadas ao longo da viagem.
A piracaia na praia está entre as vivências da Expedição Amazônia Alter do Chão da Vivalá. O preparo do peixe junto ao rio insere a alimentação no próprio contexto do Tapajós, enquanto outras refeições durante a viagem permitem conhecer receitas e ingredientes a partir de quem cozinha e serve naquele lugar.
12. Caminhe pela vila, conheça o artesanato e acompanhe o carimbó
Reservar algum tempo para caminhar pela vila ajuda a distribuir a programação entre dias de navegação e floresta. Restaurantes, pequenos comércios, artesanato e espaços culturais ocupam esses períodos sem exigir outro deslocamento longo.
O carimbó mantém uma programação ativa em Alter do Chão. O Centro de Referência do Carimbó Mestre Chico Malta recebe o projeto Quinta do Mestre e a Sereia, que reúne mestres e grupos ligados à manifestação cultural local. Como eventos e apresentações dependem da agenda, vale verificar o que estará acontecendo durante os dias da viagem.
A oficina de artesanato local também integra as atividades apresentadas pela Vivalá em sua expedição.

Quais passeios escolher em Alter do Chão?
Depois de conhecer as principais atrações, vale selecionar os passeios pelo tempo disponível, pelas distâncias e pelo tipo de atividade que você pretende incluir. Algumas combinações ajudam a reduzir deslocamentos e deixam o roteiro mais equilibrado entre praias, navegações, floresta e atividades culturais. Confira logo abaixo:
- Para começar perto da vila, Ilha do Amor, Lago Verde e Serra Piroca permitem conhecer praia, navegação e trilha sem avançar imediatamente para as áreas mais distantes.
- Para navegar entre canais e floresta, Canal do Jari e Floresta Encantada apresentam paisagens bastante ligadas ao nível das águas. No Jari, Dona Dulce e o Quintal das Vitórias-Régias acrescentam gastronomia e uma atividade conduzida no próprio território.
- Para dedicar mais tempo às praias, Pindobal e Ponta de Pedras ampliam a programação para outros trechos do Tapajós, enquanto Cururu e Muretá podem aparecer em circuitos fluviais com parada no fim da tarde.
- Para fazer uma navegação mais extensa, o Rio Arapiuns permite alcançar praias e comunidades de outra região do município, com roteiros que variam conforme as paradas escolhidas.
- Para entrar na floresta, a Flona do Tapajós pede um período próprio. Maguari e a Trilha da Vovó estão entre as possibilidades de visitação documentadas pelo ICMBio e também aparecem na atuação da Vivalá.
- Para incluir gastronomia e cultura, Dona Dulce, piracaia, artesanato e carimbó ajudam a conhecer trabalhos, preparações e manifestações culturais que fazem parte da região.
O que muda nos passeios entre a cheia e a vazante?
O nível do Rio Tapajós modifica a paisagem e influencia vários dos passeios de Alter do Chão. Durante a vazante, faixas de areia ganham maior extensão e mudam a configuração de praias como a Ilha do Amor. Quando as águas sobem, canais e áreas de floresta alagada ganham maior presença em determinadas navegações.
Essas mudanças permitem conhecer a região de formas diferentes ao longo do ciclo das águas. Em vez de concentrar a escolha em uma única paisagem, vale observar quais atividades você pretende priorizar e como elas funcionam no período da viagem.
Para entender melhor essas diferenças e a relação entre os meses e o nível das águas, consulte o conteúdo sobre quando ir a Alter do Chão.
Quantos dias ficar em Alter do Chão?
Três dias permitem selecionar alguns dos principais passeios, enquanto quatro ou cinco dias dão mais espaço para combinar praias, navegações e uma atividade na Floresta Nacional do Tapajós. Uma estadia de oito dias amplia as possibilidades de deslocamento e facilita a inclusão de áreas mais distantes sem concentrar muitas atividades no mesmo período.
A Vivalá oferece a Expedição Amazônia Alter do Chão em formatos de 4, 5 e 8 dias, com programações próprias para cada duração. Por isso, o número de dias também pode ser escolhido de acordo com o ritmo da viagem e com as atividades previstas em cada roteiro.
A seguir, veja como pensar a programação em cada uma dessas durações.
O que fazer em Alter do Chão em 3 dias?
Três dias exigem uma seleção mais enxuta, principalmente porque passeios como Canal do Jari e Floresta Nacional do Tapajós demandam deslocamentos maiores.
Nesse período, faz sentido priorizar uma atividade próxima à vila, como Ilha do Amor ou Serra Piroca, uma navegação e um passeio que apresente outra parte da região. Canal do Jari, Floresta Encantada, Dona Dulce, Quintal das Vitórias-Régias e Maguari estão entre as experiências que podem orientar essa seleção, sempre considerando o tempo necessário para chegar a cada lugar.
Em uma viagem curta, escolher menos atividades costuma deixar mais espaço para permanecer nos lugares visitados e evita que boa parte dos três dias seja consumida apenas pelos deslocamentos.
O que fazer em Alter do Chão em 4 dias?
Quatro dias correspondem a uma das opções da Expedição Amazônia Alter do Chão da Vivalá. Entre as experiências estão a subida à Serra Piroca, o passeio pelo Canal do Jari, a vivência com Dona Dulce, a visita ao Quintal das Vitórias-Régias, o pôr do sol em praia amazônica, a piracaia, a Trilha da Vovó em Maguari, a oficina de artesanato local e a Floresta Encantada.
Esse conjunto mostra como uma viagem de quatro dias pode reunir rio, floresta, caminhada, gastronomia e atividades conduzidas localmente. A ordem e a composição da programação dependem do roteiro correspondente à saída escolhida, portanto não existe uma sequência única que deva ser reproduzida em todas as viagens.
Para quem organiza a viagem de forma independente, as mesmas experiências ajudam a dimensionar o período e a perceber que alguns passeios precisam de uma parte significativa do dia.
O que fazer em Alter do Chão em 5 dias?
Cinco dias também fazem parte dos formatos oferecidos pela Vivalá e aumentam a margem para distribuir as atividades pela região. Com um dia adicional, navegações, caminhadas e atividades culturais não precisam ficar concentradas em uma sequência tão apertada.
A operação da Vivalá trabalha com experiências ligadas ao Canal do Jari, Floresta Encantada, Serra Piroca, Dona Dulce, Quintal das Vitórias-Régias, Maguari, artesanato e piracaia. A composição exata muda conforme o roteiro escolhido, por isso consulte a programação correspondente à modalidade.
Na organização geral da viagem, cinco dias também facilitam a combinação entre atrações próximas da vila e atividades que exigem mais tempo de transporte, além de preservar intervalos entre os passeios.
O que fazer em Alter do Chão em 8 dias?
Oito dias correspondem ao formato mais longo oferecido pela Vivalá para a Expedição Amazônia Alter do Chão. O período amplia a possibilidade de distribuir navegações, trilhas, praias e atividades locais sem transformar todos os dias em uma sequência de deslocamentos extensos.
As experiências disponíveis dependem da programação da modalidade escolhida. Para quem permanece mais tempo na região, a duração também abre espaço para períodos livres na vila e para combinar os principais atrativos com circuitos que avançam por outras áreas do Tapajós.
O que fazer em Alter do Chão à noite?
Depois dos passeios pelo Tapajós e pela floresta, a noite em Alter do Chão pode continuar entre restaurantes, artesanato e atividades culturais na vila. O carimbó ocupa um espaço importante nessa programação, com mestres, grupos e encontros que acontecem de acordo com a agenda local.
Como apresentações e eventos não seguem necessariamente uma programação fixa, vale conferir o que estará acontecendo durante os dias da viagem. A gastronomia também pode entrar nesse período, seja nos restaurantes da vila ou em atividades organizadas que acontecem no fim do dia.
Para conhecer melhor as possibilidades, os espaços culturais e como organizar esse período da viagem, veja nosso conteúdo sobre o que fazer em Alter do Chão à noite.
O encontro dos rios Tapajós e Amazonas pode entrar no roteiro?
Sim. O encontro das águas fica em Santarém, por isso pode complementar a viagem na chegada ou antes do retorno.
O encontro dos rios Tapajós e Amazonas está registrado entre os bens patrimoniais reconhecidos pelo município de Santarém. Como a cidade concentra o aeroporto utilizado para chegar à região, os horários de chegada ou retorno podem criar uma oportunidade para incluir essa visita.
O que saber antes de fazer os passeios em Alter do Chão?
Alter do Chão pertence ao município de Santarém, e entender essa relação facilita a organização da chegada e dos deslocamentos. Para visualizar melhor a posição da vila em relação à cidade, ao aeroporto e ao Tapajós, consulte o conteúdo sobre onde fica Alter do Chão.
Boa parte dos passeios depende de barcos ou lanchas, enquanto outras atividades combinam deslocamento terrestre e caminhada. Antes de reservar, confirme o ponto de saída, as paradas previstas, a presença de condutor quando necessária e as condições de acesso. Na Floresta Nacional do Tapajós, a programação deve respeitar as regras de visitação e a organização dos responsáveis por cada atividade.
Também vale manter alguma flexibilidade entre os dias. O nível das águas e outras condições locais podem alterar percursos ou acessos, especialmente nas atividades realizadas em praias, canais e áreas alagadas.
Como é a Expedição Amazônia Alter do Chão da Vivalá?
A Expedição Amazônia Alter do Chão da Vivalá possui opções de 4, 5 e 8 dias, com programações definidas conforme cada formato. Entre as experiências listadas estão Serra Piroca, Canal do Jari, vivência com Dona Dulce, Quintal das Vitórias-Régias, piracaia, Trilha da Vovó em Maguari, oficina de artesanato local e Floresta Encantada.
Além disso, a programação aproxima diferentes paisagens da região de atividades conduzidas por pessoas que vivem e trabalham nesses territórios.
“Viagem incrível que nos traz a vivência das belezas do Pará e como vivem as comunidades do local! Fiquei impressionada com a viagem e itinerário da Vivalá!! Super recomendo o passeio! Essa com certeza foi uma viagem que me marcou! Amei!”
Amanda V., participante da Expedição Amazônia Alter do Chão
Enfim, se você está definindo o que fazer em Alter do Chão, conheça a expedição da Vivalá e veja como as atividades locais entram na viagem.

Referências
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Materiais sobre a Floresta Nacional do Tapajós, Maguari e Trilha da Vovó Samaúma.
Prefeitura Municipal de Santarém e Secretaria Municipal de Turismo. Informações sobre Serra Piroca, catraieiros, carimbó, Rio Arapiuns e patrimônio cultural do município.
SUMAÚMA. Reportagem sobre Dona Dulce e o trabalho desenvolvido com a vitória-régia no Canal do Jari.



