Ética empresarial e responsabilidade socioambiental

8 de julho de 2025

Ética empresarial e responsabilidade socioambiental são pilares fundamentais para organizações que desejam atuar com propósito, integridade e impacto positivo. 

Em um cenário de transformações profundas, empresas que alinham seus valores à prática se destacam por promover relações justas, decisões conscientes e compromissos reais com a coletividade.

Esses princípios orientam a conduta corporativa, influenciam a cultura interna e fortalecem a confiança entre marcas, consumidores e sociedade. 

A ética guia o comportamento no dia a dia, enquanto a responsabilidade social conecta negócios a soluções para os desafios coletivos, como inclusão, diversidade e sustentabilidade.

Empresas que integram essas dimensões em sua estrutura constroem reputação sólida, geram valor e impulsionam transformações que beneficiam o todo. É nesse caminho que floresce a força da ética empresarial e responsabilidade socioambiental.

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O que é responsabilidade social empresarial e ética?

Ética empresarial e responsabilidade socioambiental representam duas faces de um mesmo compromisso que é alinhar resultados econômicos à construção de uma sociedade mais justa, transparente e equilibrada. 

Juntas, essas práticas formam a base de uma atuação corporativa comprometida com princípios e valores sólidos.

A ética empresarial trata da conduta dentro da organização com o objetivo de orientar decisões com base em integridade, respeito, justiça e coerência. 

Ela se manifesta nas relações com colaboradores, parceiros, clientes e na forma como a empresa responde aos dilemas morais do dia a dia.

A responsabilidade socioambiental, por sua vez, amplia esse olhar para fora. Está relacionada ao impacto da empresa na comunidade, no meio ambiente e na construção de um futuro sustentável. 

Inclui ações como inclusão social, uso consciente de recursos, apoio a causas públicas e promoção da equidade.

Quando essas dimensões são integradas, criam uma cultura organizacional forte, que prioriza o bem-estar coletivo e o compromisso com o planeta. 

A coerência entre discurso e prática transforma a empresa em agente de mudança. É essa união entre consciência interna e impacto externo que dá força à ética empresarial e responsabilidade socioambiental.

Qual é a diferença entre ética empresarial e responsabilidade social?

Embora caminhem lado a lado, ética empresarial e responsabilidade socioambiental possuem escopos distintos dentro da atuação corporativa. Compreender essa diferença é essencial para estruturar uma gestão sólida, coerente e com impacto positivo.

A ética empresarial refere-se ao comportamento interno da organização. Trata da forma como decisões são tomadas, das relações entre líderes e equipes, da conduta diante de desafios morais e da transparência nos processos. 

É o conjunto de valores que orienta a prática diária e sustenta a credibilidade da marca.

A responsabilidade socioambiental, por outro lado, abrange o compromisso da empresa com o ambiente externo. 

Envolve ações que buscam melhorar a vida das comunidades, conservar o meio ambiente e promover a justiça social. Aqui, o foco está no impacto da empresa sobre a sociedade como um todo.

Enquanto a ética empresarial constrói a base da confiança interna, a responsabilidade social amplia esse compromisso e traduz os valores da organização em benefícios para a coletividade. 

Juntas, fortalecem a reputação e posicionam a marca com autenticidade. O equilíbrio entre esses dois pilares sustenta o valor da ética empresarial e responsabilidade socioambiental na cultura organizacional.

Ética empresarial

A ética empresarial é o alicerce das relações dentro e fora da organização. Está diretamente ligada à forma como líderes, colaboradores e parceiros se comportam diante das responsabilidades cotidianas. 

Quando aplicada de maneira consistente, fortalece a identidade da empresa e inspira confiança em todos os seus públicos.

Esse conceito envolve o respeito às leis, mas vai além do cumprimento formal. Trata-se de agir com integridade mesmo quando não há obrigação legal. Significa adotar práticas justas, ser transparente em negociações e cultivar ambientes de trabalho saudáveis e inclusivos.

Empresas que adotam uma postura ética evitam conflitos, reduzem riscos reputacionais e promovem um ambiente de respeito mútuo. O código de conduta, treinamentos contínuos e canais de escuta são ferramentas que reforçam esses valores no cotidiano corporativo.

Na prática, a ética empresarial transforma a cultura organizacional em um território de confiança, coerência e responsabilidade. 

Essa base sólida torna possível avançar com consistência em ações de maior impacto, como as voltadas ao meio ambiente ou às comunidades.

É nesse alinhamento entre comportamento e propósito que se revela a relevância duradoura da ética empresarial e responsabilidade socioambiental.

Responsabilidade social

A responsabilidade social é a expressão do compromisso das empresas com o bem-estar coletivo. 

Ela reflete como uma organização enxerga seu papel no mundo e transforma sua atuação em uma força para o desenvolvimento humano, a equidade e a regeneração ambiental.

Essa prática vai além da filantropia. Envolve integração real entre negócios e causas públicas, com ações estruturadas e impacto mensurável. 

Projetos de inclusão, geração de renda, educação ambiental e valorização de culturas locais são exemplos comuns dessa abordagem.

Empresas socialmente responsáveis criam oportunidades para grupos marginalizados, atuam em territórios vulneráveis e respeitam a diversidade em sua estrutura interna. 

Essa postura fortalece vínculos com comunidades, amplia a relevância da marca e gera valor para todos os envolvidos.

A responsabilidade social também está ligada à sustentabilidade, ao consumo consciente e à ética nas decisões empresariais. Ela reforça a coerência entre o discurso institucional e a prática no dia a dia.

Quando combinada à conduta ética, ela forma a base de uma atuação transformadora. A conexão entre propósito e ação torna a ética empresarial e responsabilidade socioambiental um eixo essencial na construção de negócios com impacto real.

Qual a relação entre ética e responsabilidade ambiental?

A relação entre ética empresarial e responsabilidade socioambiental se evidencia de forma clara quando o foco é a preservação ambiental. 

A conduta ética dentro das organizações orienta decisões conscientes, que levam em consideração não apenas os lucros, mas os efeitos das ações empresariais sobre o meio ambiente e as gerações futuras.

A ética estabelece os princípios que guiam a escolha por práticas de baixo impacto, uso racional de recursos, redução de emissões e conservação da biodiversidade. Já a responsabilidade ambiental traduz essa ética em ações concretas, como processos sustentáveis, controle de resíduos e investimentos em soluções ecológicas.

Empresas que pautam sua gestão pela ética demonstram sensibilidade às consequências ambientais de sua operação e se comprometem com a regeneração de ecossistemas.

Essa coerência fortalece a reputação da marca e atrai consumidores atentos ao comportamento corporativo.

Adotar práticas ambientais responsáveis não deve ser apenas uma resposta à legislação, mas uma decisão orientada por valores. 

Quando ética e sustentabilidade se encontram, nasce uma cultura organizacional sólida, que reforça o papel das organizações como agentes ativos na proteção ambiental e na promoção da ética empresarial e responsabilidade socioambiental.

Qual é a importância da ética na responsabilidade social empresarial?

A presença de ética empresarial e responsabilidade socioambiental na gestão revela o grau de maturidade e compromisso de uma organização com as pessoas e com o planeta. 

A ética é a base que dá consistência às ações sociais de uma empresa e garante que elas não sejam apenas estratégias de imagem, mas expressões genuínas de propósito. Sem ética, a responsabilidade social corre o risco de se tornar discurso vazio. 

Por isso, é essencial que valores como integridade, justiça, respeito e transparência estejam presentes em todas as etapas, desde a escolha dos projetos até a relação com comunidades beneficiadas.

Uma empresa que atua com responsabilidade social, mas desrespeita direitos trabalhistas ou adota práticas predatórias, entra em contradição e compromete sua credibilidade. 

Já aquela que alinha discurso e prática se destaca como referência positiva e gera confiança e construindo relações duradouras.

A ética garante que a responsabilidade social não seja apenas um investimento, mas uma extensão legítima da cultura da organização. É essa conexão entre valor interno e impacto externo que define a profundidade do compromisso com a transformação. 

A seguir, serão apresentadas duas razões fundamentais para integrar a ética empresarial e responsabilidade socioambiental com autenticidade.

1 – Confiança e credibilidade

Empresas que integram ética empresarial e responsabilidade socioambiental conquistam um ativo valioso no mercado que é a confiança. 

Essa relação nasce da coerência entre discurso e prática, e é alimentada por decisões consistentes, postura transparente e respeito aos compromissos assumidos.

A confiança não se compra, ela se constrói. E nesse processo, a ética tem papel central. Ela guia a forma como líderes se posicionam, como contratos são firmados, como os impactos das operações são geridos e como as comunidades são tratadas. 

Quando a empresa age com integridade, ganha legitimidade perante colaboradores, consumidores, parceiros e sociedade.

A credibilidade também protege a marca em momentos de crise, pois o público reconhece a história de compromisso e transparência construída ao longo do tempo. Essa reputação sólida gera apoio, fidelidade e respaldo institucional.

A soma entre ética e responsabilidade cria um ciclo virtuoso, ou seja, quanto mais transparente e responsável a empresa é, maior sua credibilidade e quanto mais confiança ela gera, maior sua capacidade de influenciar positivamente seu entorno. 

Esse é um dos principais pilares de diferenciação entre organizações comuns e aquelas que praticam genuinamente a ética empresarial e responsabilidade socioambiental.

2 – Vantagem competitiva no mercado

Adotar ética empresarial e responsabilidade socioambiental como parte da estratégia oferece uma vantagem competitiva real no mercado.

Consumidores, investidores e parceiros estão cada vez mais atentos ao comportamento das marcas e priorizam aquelas que demonstram compromisso com valores consistentes.

Empresas que operam com transparência, promovem inclusão, respeitam o meio ambiente e investem em causas sociais ampliam seu diferencial competitivo. 

Esse posicionamento não só atrai públicos conscientes, como fortalece a marca no longo prazo, reduz riscos reputacionais e melhora o relacionamento com stakeholders.

Negócios éticos e responsáveis também têm acesso a linhas de crédito especiais, oportunidades em licitações e parcerias estratégicas. Além disso, atraem e retêm talentos alinhados com seu propósito e criam um ambiente interno mais motivado e produtivo.

O mercado valoriza organizações com práticas sólidas, capazes de unir resultado financeiro e impacto positivo. Empresas com essa postura se destacam, crescem com consistência e conquistam espaço sustentável. 

A ética, nesse contexto, não é um custo, é um investimento estratégico que potencializa a ação social e reforça o valor da ética empresarial e responsabilidade socioambiental como diferencial competitivo.

3 – Retenção de talentos

A aplicação de ética empresarial e responsabilidade socioambiental tem impacto direto na retenção de talentos. 

Profissionais qualificados buscam mais do que salários, procuram ambientes coerentes, onde seus valores se alinham à cultura da organização e onde o respeito, a integridade e o propósito sejam vividos no dia a dia.

Empresas que atuam com transparência, promovem inclusão e investem em bem-estar constroem vínculos duradouros com suas equipes. 

Esses ambientes favorecem o engajamento, aumentam a satisfação e reduzem índices de rotatividade e isso cria uma cultura organizacional estável e motivadora.

A ética no trato com colaboradores, somada ao envolvimento genuíno com causas sociais e ambientais, fortalece o senso de pertencimento.

Profissionais se sentem parte de algo maior, e isso contribui para o desenvolvimento de lideranças comprometidas e para a inovação interna.

Recrutar custa caro, e perder talentos estratégicos compromete resultados. Quando a empresa adota práticas éticas e responsáveis, transforma-se em referência no mercado de trabalho. 

Essa postura humaniza a gestão, atrai pessoas alinhadas com o propósito e posiciona a organização como modelo de ética empresarial e responsabilidade socioambiental.

4 – Fortalecimento da reputação da marca

A reputação de uma marca é construída ao longo do tempo, e a aplicação consistente de ética empresarial e responsabilidade socioambiental é um dos fatores mais relevantes para essa construção. 

Empresas que agem com coerência e compromisso ganham respeito, visibilidade positiva e credibilidade entre seus públicos.

A ética influencia todas as interações da marca com colaboradores, consumidores, fornecedores e comunidade. 

Quando há transparência nas ações, respeito nas relações e clareza nos objetivos, o público reconhece a empresa como confiável e engajada com causas de interesse coletivo.

A responsabilidade socioambiental reforça essa percepção, o que mostra que a organização enxerga seu papel na sociedade de forma ampla. 

Campanhas conscientes, projetos com impacto real e práticas sustentáveis geram admiração e diferenciam a marca no mercado.

Crises são inevitáveis, mas empresas com reputação sólida enfrentam esses momentos com mais resiliência. A confiança já construída serve como base de apoio para atravessar desafios e manter a imagem institucional preservada.

Investir em valores não é um custo, mas uma estratégia. Empresas que praticam a ética empresarial e responsabilidade socioambiental constroem marcas fortes, admiradas e reconhecidas por seu compromisso com o futuro.

5 – Sustentabilidade

Sustentabilidade é uma das dimensões mais evidentes da aplicação de ética empresarial e responsabilidade socioambiental. 

Ela representa o equilíbrio entre as necessidades atuais e a preservação dos recursos para as próximas gerações, e seu valor só é real quando está enraizado na conduta e nas decisões das empresas.

Organizações éticas reconhecem os impactos que causam no planeta e buscam minimizar danos, adotar práticas regenerativas e promover uma cultura de consumo consciente. 

Isso envolve desde o uso eficiente de energia e água até a escolha de fornecedores responsáveis e a gestão de resíduos com responsabilidade.

A responsabilidade socioambiental, por sua vez, amplia o alcance da sustentabilidade. Gera impacto positivo nas comunidades, valoriza territórios e contribui para uma economia mais justa e inclusiva. 

Juntas, essas dimensões constroem uma base sólida para o crescimento a longo prazo.

A sustentabilidade, quando integrada à ética, deixa de ser discurso e se torna parte da identidade da empresa. 

Com isso, ela se posiciona não apenas como competitiva, mas como necessária. É dessa combinação que nasce a força da ética empresarial e responsabilidade socioambiental como pilar de um novo modelo econômico.

6 – Conformidade legal

Adotar ética empresarial e responsabilidade socioambiental também significa agir em conformidade com as leis e regulamentações vigentes. 

A conformidade legal, ou compliance, é um dos pilares da governança ética. Ela garante que a empresa opere dentro dos padrões exigidos por órgãos reguladores e evita penalidades, litígios e danos à reputação.

Essa conduta vai além da simples obediência à legislação. Trata-se de construir processos internos que previnam riscos, assegurem integridade nas operações e promovam a transparência em todas as relações comerciais. 

Empresas éticas desenvolvem códigos de conduta, investem em treinamento contínuo e mantêm canais de denúncia para reforçar uma cultura de responsabilidade.

A responsabilidade socioambiental também exige cumprimento rigoroso de normas ambientais, trabalhistas e fiscais. A legalidade reforça a credibilidade da empresa e mostra seu comprometimento com práticas responsáveis e com o bem coletivo.

Manter conformidade é um sinal de respeito às instituições, à sociedade e aos parceiros de negócio. Essa postura fortalece a reputação e abre portas para novas oportunidades. 

No longo prazo, a conformidade legal solidifica o valor da ética empresarial e responsabilidade socioambiental como base para uma gestão sustentável e transparente.

7 – Atração de investidores responsáveis

Empresas que priorizam ética empresarial e responsabilidade socioambiental têm mais chances de atrair investidores responsáveis, interessados não apenas no retorno financeiro, mas também no impacto social e ambiental de seus aportes. 

Esses investidores seguem critérios ESG (ambientais, sociais e de governança) para selecionar os negócios nos quais desejam aplicar seus recursos.

A ética empresarial transmite segurança. Processos transparentes, práticas justas e governança sólida mostram que a organização gerencia bem seus riscos, age com responsabilidade e possui visão de longo prazo. 

Esses elementos são decisivos para investidores que buscam solidez e confiabilidade.

A responsabilidade socioambiental, por sua vez, comprova o compromisso com impacto positivo. Iniciativas que valorizam comunidades, reduzem emissões e promovem equidade demonstram coerência entre o propósito da empresa e suas ações concretas.

Investidores conscientes procuram organizações com propósito e impacto mensurável. Ao atuar com ética e responsabilidade, a empresa se posiciona de forma competitiva no mercado de capitais sustentáveis, o que amplia suas possibilidades de crescimento.

Essa atração de capital inteligente fortalece a autonomia financeira da organização e impulsiona ainda mais seus projetos de transformação. 

A ética empresarial e responsabilidade socioambiental tornam-se, assim, também alicerces para um futuro economicamente viável.

8 – Impacto Social Positivo

A essência de ética empresarial e responsabilidade socioambiental está na geração de impacto social positivo. 

Isso significa contribuir ativamente para melhorar as condições de vida de pessoas e comunidades, de forma estruturada, consistente e com resultados duradouros.

Empresas comprometidas com essa abordagem desenvolvem projetos que promovem inclusão, educação, saúde, geração de renda e valorização da diversidade. 

Essas ações não são pontuais nem desconectadas dos objetivos corporativos, elas fazem parte do planejamento estratégico e refletem o propósito da organização.

O impacto social também se manifesta em práticas internas, como ambientes de trabalho mais humanos, respeito aos direitos trabalhistas e promoção de oportunidades equitativas. Tudo isso amplia o alcance da transformação gerada pela marca.

A ética assegura que essas ações sejam legítimas, guiadas por valores sólidos e pelo respeito às realidades locais. Ao mesmo tempo, a responsabilidade socioambiental amplia o campo de atuação da empresa e cria um vínculo direto com a sociedade.

Essa união fortalece a reputação e inspira outras organizações a seguir o mesmo caminho. Quando bem aplicada, a ética empresarial e responsabilidade socioambiental transforma negócios em instrumentos reais de mudança coletiva.

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Desafios e implementação da ética empresarial

Implementar ética empresarial e responsabilidade socioambiental exige mais do que boas intenções. 

A prática demanda consistência, engajamento da liderança e disposição para enfrentar desafios estruturais e culturais. Um dos obstáculos mais comuns é alinhar o discurso à prática, especialmente em ambientes com pressão por resultados imediatos.

Outro desafio está na construção de uma cultura organizacional ética, que valorize o respeito, a escuta e a transparência em todos os níveis. Para isso, é essencial contar com políticas claras, treinamentos contínuos e canais seguros de denúncia e feedback.

A resistência à mudança, principalmente em estruturas hierárquicas rígidas, pode dificultar a implementação.

A ética empresarial também enfrenta dilemas em situações complexas, como conflitos de interesse ou decisões estratégicas com impactos sociais e ambientais. 

Nessas horas, o compromisso com os valores deve prevalecer, orientando escolhas com coragem e coerência.

A responsabilidade socioambiental, quando inserida nesse contexto, fortalece a estrutura ética ao conectar o propósito da organização com ações reais. A superação desses desafios transforma a empresa em agente de transformação. 

Quando os princípios éticos guiam o caminho, a ética empresarial e responsabilidade socioambiental deixa de ser conceito e se torna prática viva.

Ética empresarial e responsabilidade socioambiental: como grandes marcas colocam valores em prática nos territórios

1. C6 Bank — Jornada Financeira 2024 – Edição Pantanal

A Jornada Financeira 2024, promovida pelo C6 Bank em parceria com a Vivalá, levou colaboradores ao Pantanal para uma imersão em educação financeira e sustentabilidade. 

Realizado em Cuiabá, Chapada dos Guimarães e Poconé (MT), o projeto combinou rodas de conversa, trilhas e oficinas com foco em finanças conscientes e conservação do bioma. 

A experiência fortaleceu a cultura organizacional e mostrou como a ética empresarial e responsabilidade socioambiental podem se manifestar em ações reais. Escolher o Pantanal como cenário não foi por acaso: o bioma exige atenção urgente e respeito profundo. 

Essa vivência conectou propósito, prática e posicionamento institucional com coerência. Ao impactar positivamente colaboradores e comunidades locais, o C6 Bank tornou seu discurso mais tangível e seu compromisso com o futuro mais claro. 

Essa estratégia transformou marketing de causa em ferramenta de mudança e posicionamento. 

Um exemplo direto de como empresas que valorizam ética e responsabilidade social podem gerar impacto real, fortalecer vínculos e construir marcas mais humanas e conscientes.

2. Pantys — Expedição Tenondé Porã (SP)

A Pantys realizou, em parceria com a Vivalá, a Expedição Tenondé Porã com foco em saúde menstrual, ancestralidade e inclusão social. A vivência levou colaboradores e clientes até a Terra Indígena Guarani Mbya, localizada no extremo sul da capital paulista. 

Durante a expedição, participantes conheceram o cotidiano da comunidade, participaram de oficinas culturais e de diálogos sobre território e identidade. A ação promoveu escuta, respeito e aprendizado mútuo.

Como prática de ética empresarial e responsabilidade socioambiental, a imersão foi além do discurso. Empresas que agem com coerência constroem vínculos reais com os territórios, gerando transformação interna e externa. 

Ao incluir seus clientes na vivência, a Pantys fortaleceu o vínculo emocional com a marca e gerou conteúdo autêntico e engajado. A experiência deixou claro que responsabilidade social pode ser local, potente e urgente. 

Transformar comunicação em presença e ação é o que diferencia empresas comprometidas com o impacto real. A marca se posicionou como um exemplo de atuação ética, com base em valores e prática no território.

3. Instituto Bancorbrás — Caminhos Sustentáveis (DF, MG e SP)

O projeto Caminhos Sustentáveis, realizado pelo Instituto Bancorbrás com apoio da Vivalá e do Instituto Samaúma, levou 350 crianças e adolescentes para vivências em unidades de conservação no Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo. 

As ações incluíram oficinas de educação ambiental, trilhas interpretativas e diálogos com lideranças locais. A iniciativa uniu inclusão social, biodiversidade e aprendizado transformador. 

Como aplicação prática de ética empresarial e responsabilidade socioambiental, o projeto mostrou que empresas podem e devem atuar com foco no impacto intergeracional. 

Ao envolver jovens em situação de vulnerabilidade e colaboradores em uma experiência conjunta, a ação gerou pertencimento, escuta e formação cidadã. 

Caminhos Sustentáveis foi muito mais que uma campanha institucional — foi uma travessia educativa com efeitos reais. O Instituto Bancorbrás deixou evidente que é possível alinhar estratégia institucional ao cuidado com o território, com resultados para todos os envolvidos. 

O legado foi construído com base em valores sólidos e atuação no campo, mostrando como responsabilidade socioambiental pode ser vivida de forma prática e regenerativa.

4. World Economic Forum — Global Shapers 2023

A edição 2023 do Global Shapers, iniciativa do World Economic Forum em parceria com a Vivalá, reuniu 200 jovens líderes de 11 países para uma imersão na Chapada dos Veadeiros. 

Durante a jornada, foram realizadas trilhas, oficinas e rodas de conversa com comunidades locais sobre empreendedorismo de impacto e sustentabilidade. A vivência promoveu uma troca intensa entre inovação social e práticas territoriais. 

A ética empresarial e responsabilidade socioambiental estiveram no centro da estratégia ao valorizar a escuta, a diversidade cultural e o protagonismo comunitário. 

Essa aliança entre presença global e ação local mostrou como redes internacionais podem se tornar catalisadoras de soluções sustentáveis no território. A experiência posicionou as instituições envolvidas como agentes ativos de transformação com base em valores sólidos. 

Cada participante saiu com uma nova visão sobre seu papel no mundo. A vivência representou um elo entre teoria e prática, ampliando o alcance de ações éticas no campo institucional. 

Foi mais que um encontro: foi um exemplo de como o engajamento verdadeiro gera legado coletivo.

5. Algar Farming — Pacajá Experience 2024

O Pacajá Experience 2024, criado pela Algar Farming com apoio da Vivalá, representou uma aplicação direta de ética empresarial e responsabilidade socioambiental no território. 

A expedição ocorreu na região de Pacajá (PA) e envolveu colaboradores em vivências com comunidades agroextrativistas locais. A programação incluiu rodas de diálogo, oficinas sobre manejo sustentável, agroecologia e turismo de base comunitária. 

A experiência fortaleceu o vínculo entre empresa e território, reposicionando a marca com base em escuta ativa e prática ESG concreta. O projeto também foi parte da criação de uma nova unidade ESG dentro da organização. 

Ao final, a Vivalá passou a operar os programas sustentáveis diretamente na fazenda, reforçando o protagonismo da empresa rumo à COP 30. 

Essa ação prova que caminhar com quem vive e protege o território é a forma mais íntegra de aplicar responsabilidade corporativa. 

O Pacajá Experience consolidou uma narrativa institucional enraizada em ética, conexão e impacto real, revelando o poder de ações que unem propósito, coerência e transformação verdadeira.

6. Universidade de Chicago — Amazon Expedition (AM)

A Universidade de Chicago, em parceria com a Vivalá, promoveu a Amazon Expedition — uma imersão para estudantes de pós-graduação em comunidades ribeirinhas da Amazônia

Durante a vivência, os participantes tiveram contato direto com práticas agroflorestais, oficinas sobre governança territorial e experiências com microempreendedores locais. 

A iniciativa conectou conhecimento acadêmico a realidades socioambientais, gerando uma troca profunda entre ciência e saberes tradicionais.  

Essa ação exemplifica como ética empresarial e responsabilidade socioambiental podem ser integradas ao universo educacional de forma respeitosa e prática. 

Ao valorizar as dinâmicas locais e promover a escuta como ponto de partida, a expedição fortaleceu o compromisso da universidade com sustentabilidade e diversidade cultural. O projeto também posicionou a instituição como referência em inovação com impacto real. 

A floresta foi o laboratório vivo da experiência, e o aprendizado se deu por meio da convivência. 

O resultado foi uma jornada de formação que amplia horizontes, promove respeito mútuo e traduz valores éticos em ações tangíveis, com benefícios para todos os envolvidos.

Conheça a Vivalá

A Vivalá é uma referência nacional na aplicação de ética empresarial e responsabilidade socioambiental por meio de projetos ESG. 

Seu modelo de atuação promove a criação de projetos de alto impacto socioambiental positivo para áreas como Marketing, Pessoas e Responsabilidade Socioambiental de empresas de diversos segmentos, sempre respeitando a cultura e os valores corporativos..

A empresa também atua por meio do Instituto Samaúma, que oferece vivências gratuitas em Unidades de Conservação para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. 

Essa iniciativa amplia o acesso à natureza e à educação ambiental e cria oportunidades com equidade.

A governança da Vivalá é pautada por escuta ativa, transparência e compromisso com metas concretas de impacto. Cada decisão reflete seu posicionamento ético e a busca por transformação coletiva.

A Vivalá mostra que é possível unir inovação, consciência e resultados. É um exemplo de como a ética empresarial e responsabilidade socioambiental podem guiar negócios com alma, impacto e sentido real.

Depoimentos

Os depoimentos de empresas que contam com a parceria da Vivalá em seus projetos de sustentabilidade reforçam o impacto transformador do modelo baseado em ESG. 

“A Jornada Financeira está muito conectada com o propósito do banco, que é inspirar as pessoas a terem uma relação mais saudável com o dinheiro”, afirma Marcella Fernandes, analista de ESG do C6 Bank, que realizou a Jornada Financeira 2024 com a Vivalá na região do Pantanal, passando por Cuiabá, Poconé e Chapada dos Guimarães, no MT.

Já a Ambev, que buscava uma experiência marcante para seu time. Rodrigo Haddad, gestor da empresa, levou o grupo para uma imersão de um dia em São Paulo, com foco em afroturismo. O roteiro explorou as raízes negras do bairro do Bixiga e seus marcos culturais.

“Além de ancestralidade, história e signos culturais presentes na rotina e estética da cidade, aprendemos a oferecer experiências diferentes para os colaboradores, saindo do óbvio e gerando uma super conexão entre eles.

Alguns nunca tinham explorado a cidade em que foram morar a trabalho, outros nunca tinham tido tempo de qualidade com seus pares. A Vivalá nos proporcionou um dia único”, relembra Haddad.

O Grupo Gaia, referência em investimentos de impacto, transformou o aniversário da empresa em uma viagem para a Amazônia. A iniciativa não apenas celebrou uma data importante, como também serviu como ferramenta de reconexão com os valores da organização.

“A felicidade não é individual, ela é compartilhada. Vir para a Amazônia foi muito forte porque a gente pôde se conectar com a verdadeira riqueza da vida”, afirmou João Paulo Pacífico, CEO do grupo.

A experiência teve repercussão dentro e fora da empresa, fortalecendo a identidade da equipe e alinhando ainda mais o discurso com a prática.

A Pantys, primeira marca de calcinhas absorventes do Brasil, já realizava campanhas de combate à pobreza menstrual voltadas a mulheres indígenas, adolescentes de escolas públicas e moradoras de periferias urbanas.

Quando decidiu realizar uma ação presencial junto a povos indígenas, buscou a Vivalá para desenhar uma experiência que unisse propósito, escuta e presença.

A proposta foi transformar a entrega de doações em uma vivência imersiva: um grupo com cerca de 30 pessoas, entre equipe da Pantys, clientes e parceiros, viajou até o território indígena para participar diretamente da ação.

“Quando vi essa proposta de expedição, percebi que seria uma oportunidade legal para convidar clientes da marca a fazer parte e ajudar com uma doação.

Inclusive, eu levei minha filha também para conhecer o lugar e ter um pouco desse conhecimento, ter contato com esse mundo bem diferente da realidade da São Paulo urbana”, afirmou Emilly Ewell, CEO da Pantys.

A experiência se tornou um momento de conexão genuína com a causa que move a empresa, fortalecendo os laços com clientes e a consciência sobre desigualdade menstrual.

A equipe de Trade Marketing da Ajinomoto também participou de uma expedição à Terra Indígena Tenondé Porã, no extremo sul da cidade de São Paulo, em parceria com a Vivalá.

A experiência foi desenhada para acolher os novos membros do time e, ao mesmo tempo, proporcionar uma vivência cultural profunda com as comunidades indígenas do território.

Durante a imersão, os colaboradores tiveram contato com práticas sustentáveis locais, formas coletivas de organização e lideranças femininas indígenas.

“O contato direto com as comunidades indígenas proporcionou uma nova visão sobre sustentabilidade — uma que valoriza o saber ancestral, o equilíbrio com a natureza e a coletividade como essência da vida em sociedade.

Foi uma vivência potente, que nos lembrou que inovação também significa resgatar e respeitar o que já existe e resiste com sabedoria há séculos”, conta Sandra Oliveira, gerente sênior de  Sênior de Marketing de Incentivos e Eventos da Ajinomoto.

Esses relatos mostram que ESG não é teoria, é prática real, capaz de tocar vidas e transformar territórios. 

A credibilidade construída a partir da escuta, da troca e da ação reforça a confiança de quem investe, participa ou apoia a Vivalá. Depoimentos sinceros são reflexo de um trabalho coerente e comprometido com propósito.

Conclusão

Ética empresarial e responsabilidade socioambiental não são apenas conceitos, são práticas transformadoras que moldam organizações comprometidas com um futuro justo, consciente e regenerativo. 

Empresas que integram valores éticos à sua estrutura e investem em impacto social e ambiental demonstram força, coerência e propósito real.

Ao longo deste conteúdo, ficou claro como esses pilares se traduzem em benefícios concretos, como reputação fortalecida, atração de talentos e investidores, além de um papel ativo na construção de uma sociedade mais equilibrada.

A Vivalá é um exemplo vivo desse modelo. Seu compromisso inspira, transforma e comprova que é possível aliar negócios e bem comum com consistência e verdade. 

O futuro é das empresas que escolhem a ética empresarial e responsabilidade socioambiental como base de tudo que constroem.

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