Os principais pontos turísticos da Amazônia revelam a grandiosidade e a diversidade da maior floresta tropical do mundo. Muito além de rios extensos e mata densa, o território amazônico guarda paisagens únicas, biodiversidade incomparável e comunidades que vivem em profunda conexão com a natureza.
Explorar a Amazônia é mergulhar em experiências intensas como navegar por igarapés, observar animais silvestres, descobrir saberes ancestrais e sentir o silêncio da mata. Cada lugar revela uma faceta do bioma e convida a conhecer o Brasil em sua forma mais viva e potente.
Neste guia, estão reunidos destinos que encantam pela beleza, história e relevância ambiental. Um convite à escuta, à contemplação e ao respeito por tudo o que pulsa na floresta.

Principais pontos turísticos da Amazônia
Os principais pontos turísticos da Amazônia combinam paisagens naturais de tirar o fôlego com experiências culturais autênticas. São lugares que conectam o visitante à biodiversidade e às comunidades que mantêm viva a relação ancestral com a floresta.
Entre os destaques está o famoso Encontro das Águas, onde os rios Negro e Solimões correm lado a lado sem se misturar por quilômetros. Esse fenômeno natural marca o início do Rio Amazonas e impressiona pelo contraste de cores e temperaturas.
Outros destaques incluem Unidades de Conservação como o Parque Nacional de Anavilhanas, um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo, e o Parque Nacional do Jaú, com trilhas, rios e cachoeiras que revelam a força da natureza amazônica.
Esses destinos são ideais para quem busca contato genuíno com o bioma, atividades como trilhas, canoagem, observação de fauna e vivências com comunidades tradicionais. Conhecer a Amazônia é um gesto de cuidado e valorização do Brasil profundo.
Cada ponto turístico tem sua beleza e seu valor, e todos mostram que a floresta é mais do que um cenário: é um modo de viver e de entender o mundo.
1- Encontro das Águas (Rio Negro e Rio Solimões – AM)
O Encontro das Águas, em Manaus, é um dos principais pontos turísticos da Amazônia. Nesse fenômeno natural, os rios Negro e Solimões correm lado a lado por mais de 6 quilômetros, sem se misturar, criando um espetáculo visual impressionante.
A diferença de cor, o Negro, escuro e calmo; o Solimões, barrento e turbulento, ocorre por fatores como temperatura, densidade e velocidade. Enquanto o Solimões tem águas mais frias e velozes, o Negro é mais quente e lento, o que impede a mistura imediata.
O passeio até o ponto de encontro é feito de barco e costuma incluir paradas em comunidades ribeirinhas, florestas de igapó e áreas de observação de fauna. É um roteiro simbólico, pois marca o nascimento do Rio Amazonas.
A paisagem, o silêncio do rio e a força desse fenômeno transformam o passeio em uma verdadeira aula de ecossistema. Para quem busca vivências com significado, o Encontro das Águas é o início perfeito para compreender a grandiosidade da floresta e a complexidade dos ciclos naturais amazônicos.
2- Parque Nacional de Anavilhanas (Novo Airão – AM)
Localizado no município de Novo Airão, o Parque Nacional de Anavilhanas é um dos principais pontos turísticos da Amazônia e abriga o segundo maior arquipélago fluvial do planeta. São mais de 400 ilhas distribuídas entre braços do Rio Negro que formam um mosaico de paisagens impressionantes.
Durante a cheia, as ilhas ficam parcialmente submersas e os passeios de canoa entre árvores alagadas se tornam inesquecíveis. Já na vazante, surgem praias de rio com areia clara e águas mornas, ideais para banho e contemplação.
O parque é um refúgio de biodiversidade, com espécies de aves, peixes e mamíferos, como o boto-cor-de-rosa e o peixe-boi-da-amazônia. Trilhas guiadas, passeios de barco, observação de fauna e visitas a comunidades próximas fazem parte do roteiro.
Operado com foco em conservação e turismo de baixo impacto, o Anavilhanas oferece ao visitante a chance de se reconectar com os ritmos da floresta e com a beleza dos rios amazônicos. É um lugar onde o silêncio da mata e o brilho da água ensinam mais que palavras.
3- Parque Nacional do Jaú (AM)
O Parque Nacional do Jaú é uma das maiores áreas protegidas de floresta tropical do mundo e está entre os principais pontos turísticos da Amazônia. Localizado no estado do Amazonas, abriga uma imensa diversidade de fauna, flora e paisagens de tirar o fôlego.
Com rios de águas escuras, trilhas densas, cachoeiras e comunidades tradicionais, o parque oferece uma verdadeira imersão no coração da floresta. É Patrimônio Natural da Humanidade reconhecido pela UNESCO e faz parte da Reserva da Biosfera da Amazônia Central.
As atividades no Jaú incluem navegação pelos rios Jaú, Unini e Carabinani, caminhadas interpretativas, banho em igarapés e visita a áreas de conservação manejadas por comunidades locais.
Por ser de difícil acesso, o parque preserva um ambiente quase intocado, ideal para viajantes que buscam experiências profundas de contato com a natureza. A presença de onças-pintadas, peixes-boi e aves raras confirma a importância do território para a conservação da biodiversidade.
No Jaú, a floresta mostra sua força, sua delicadeza e sua capacidade de regeneração. É um destino que desperta respeito e convida à escuta silenciosa da vida que pulsa em cada canto.
4- Floresta Nacional do Tapajós (Santarém – PA)
Entre os principais pontos turísticos da Amazônia, a Floresta Nacional do Tapajós ocupa lugar de destaque por unir biodiversidade, turismo de base comunitária e protagonismo ribeirinho. Localizada em Santarém, no Pará, a área protegida abriga árvores centenárias, trilhas naturais e comunidades que vivem de forma sustentável no território.
A trilha da Samaúma é uma das mais conhecidas. Ao final dela, os viajantes encontram a maior árvore da floresta local, símbolo de força e sabedoria. As trilhas são guiadas por moradores da região, que compartilham saberes sobre plantas medicinais, uso da floresta e modos de vida tradicionais.
Durante a visita, é possível participar de oficinas, dormir em casas de famílias ribeirinhas e aprender sobre práticas agroflorestais. O contato é direto com quem protege a floresta todos os dias.
A Flona do Tapajós é ideal para quem deseja entender, de forma viva, o que é conservar e viver na Amazônia. É uma vivência transformadora que une natureza, educação e afeto, exatamente o que torna uma viagem memorável.
5- Alter do Chão (PA)
Conhecida por suas praias de água doce, Alter do Chão é um dos principais pontos turísticos da Amazônia e atrai viajantes que buscam paisagens encantadoras e contato genuíno com comunidades ribeirinhas. Localizada às margens do Rio Tapajós, a vila integra uma das regiões mais biodiversas e culturalmente ricas do país.
A principal atração é a Ilha do Amor, uma faixa de areia branca com vista para o Morro da Piraoca. Durante a vazante, surgem dezenas de praias temporárias, acessíveis por barco ou trilha, como Ponta de Pedras, Pindobal e Jutuba.
Além das praias, Alter do Chão convida a explorar o Lago Verde, o Canal do Jari e a Floresta Encantada, áreas ideais para passeios de canoa, trilhas e banhos de rio. A gastronomia local é marcada pelo pirarucu, o tucupi e frutas nativas como o taperebá.
A vila pulsa cultura, com rodas de carimbó e lojinhas de artesanato. É também ponto de partida para vivências com comunidades do Arapiuns, experiências oferecidas por organizações como a Vivalá, que valorizam a floresta e seus povos.
6- Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (Tefé – AM)
A Reserva Mamirauá é um dos mais emblemáticos exemplos de preservação e manejo sustentável da Amazônia. Localizada no estado do Amazonas, na região de Tefé, ela é considerada um dos principais pontos turísticos da Amazônia para quem busca experiências autênticas e ecológicas.
Criada para proteger a várzea do Médio Solimões, a reserva abriga espécies raras como o uacari-branco, a onça-pintada, o peixe-boi-da-amazônia e uma infinidade de aves. Durante a cheia, o território se transforma em um imenso espelho d’água, com árvores parcialmente submersas e igapós navegáveis.
As vivências no Mamirauá incluem trilhas florestais, passeios de voadeira, observação de fauna e aprendizado sobre o manejo sustentável da biodiversidade. As comunidades locais têm papel central na gestão da reserva e recebem os visitantes com hospitalidade e sabedoria ancestral.
A RDS Mamirauá é um modelo de como é possível conciliar conservação e geração de renda, o que mostra que a floresta viva pode ser a base de um turismo consciente, educativo e transformador. É a Amazônia na sua essência com a natureza, a ciência, a cultura e a resistência.
7- Museu da Amazônia – MUSA (Manaus – AM)
O Museu da Amazônia (MUSA), em Manaus, é um espaço vivo de conhecimento, ciência e cultura e certamente está entre os principais pontos turísticos da Amazônia. Localizado dentro da Reserva Florestal Adolpho Ducke, o museu ocupa mais de 100 hectares de floresta preservada.
O grande diferencial do MUSA é ser ao ar livre, o que permite ao visitante caminhar entre trilhas, lagos, viveiros e espaços de pesquisa. Um dos destaques é a torre de observação de 42 metros de altura, de onde é possível ver o topo da floresta e, nos dias claros, o horizonte da cidade.
O espaço abriga exposições sobre biodiversidade, saberes indígenas, arqueologia e uso tradicional das plantas. É possível participar de oficinas, visitar serpentários e orquidários, e acompanhar atividades educativas guiadas por pesquisadores.
O MUSA convida o público a conhecer a floresta de forma profunda e despertar o olhar científico e o respeito cultural. Mais do que observar, quem visita o museu entende, na prática, a complexidade e a beleza da vida amazônica. É um passeio indispensável para quem passa por Manaus.
8- Monte Roraima (RR)
O Monte Roraima, localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana, é um dos principais pontos turísticos da Amazônia e um dos lugares mais místicos e desafiadores do país. Com seus 2.875 metros de altitude, ele é um dos pontos culminantes do Brasil e impressiona pela imponência.
A porção brasileira está no estado de Roraima, dentro do Parque Nacional do Monte Roraima, onde começa a trilha que leva ao topo do tepui. A caminhada exige preparo físico, mas recompensa com paisagens surreais, formações rochosas milenares, vales profundos e clima de outro mundo.
A região é sagrada para o povo indígena Ingarikó, que vive nas proximidades e tem no monte um símbolo espiritual. O turismo na área respeita os saberes locais e é regulado para minimizar impactos ambientais.
Subir o Monte Roraima é uma experiência transformadora. A sensação de estar em um lugar quase intocado, de silêncio profundo e natureza bruta, convida à reflexão. É a Amazônia em sua forma mais elevada, literalmente e espiritualmente.
9- Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (AP)
O Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, localizado no Amapá, é o maior parque de floresta tropical do mundo e um dos principais pontos turísticos da Amazônia para quem busca contato puro com a natureza. Ele ocupa mais de 4 milhões de hectares de mata preservada, com fauna rica e ecossistemas únicos.
Por estar em uma área remota, o acesso é limitado e o turismo é controlado. As expedições são voltadas à conservação e educação ambiental, com roteiros guiados por especialistas e apoio de comunidades locais.
No Tumucumaque é possível encontrar onças-pintadas, antas, ariranhas e uma infinidade de aves. A vegetação densa abriga rios, corredeiras e cachoeiras que desenham a paisagem com rara beleza. As trilhas exigem resistência e oferecem vistas impressionantes.
Mais do que um destino turístico, o parque representa o compromisso com a proteção da Amazônia. É um território de pesquisa científica, respeito à vida silvestre e inspiração para todos que acreditam na convivência equilibrada entre humanos e floresta.
10- Ilha de Marajó (PA)
A Ilha de Marajó é a maior ilha fluviomarinha do mundo e está entre os principais pontos turísticos da Amazônia por sua combinação única de biodiversidade, cultura e paisagens de tirar o fôlego. Localizada no Pará, no encontro do Rio Amazonas com o Oceano Atlântico, ela surpreende por sua riqueza natural e cultural.
Marajó é conhecida por seus campos alagados, búfalos que circulam pelas vilas e praias de rio com visual paradisíaco. As mais famosas são Joanes, Barra Velha e Pesqueiro, ideais para quem busca tranquilidade e contato com a natureza.
A cultura local é um atrativo à parte. Os marajoaras produzem cerâmicas com traços de origem indígena, oferecem pratos à base de peixe e queijo de búfala, e celebram festas com forte identidade regional.
A ilha também abriga comunidades tradicionais que preservam modos de vida ligados à pesca, ao extrativismo e à criação de animais. Visitar Marajó é mergulhar em uma Amazônia ribeirinha, diversa e profundamente conectada à água, ao barro e ao tempo.
11- Comunidades Ribeirinhas da Amazônia
As comunidades ribeirinhas da Amazônia são um dos maiores patrimônios culturais do Brasil e, sem dúvida, estão entre os principais pontos turísticos da Amazônia para quem busca uma vivência autêntica e transformadora.
Espalhadas ao longo dos rios e igarapés, essas comunidades vivem em estreita relação com a floresta e os ciclos da natureza. Seu modo de vida é baseado na pesca artesanal, agricultura de subsistência e uso sustentável dos recursos naturais.
Receber visitantes é uma forma de compartilhar saberes e gerar renda de maneira digna e respeitosa. Experiências com hospedagem em casas de famílias, oficinas de artesanato, trilhas interpretativas e refeições tradicionais oferecem uma visão profunda sobre a vida na floresta.
Viajantes que conhecem comunidades como Urucureá, Jamaraquá, Anã e tantas outras aprendem mais do que em qualquer museu. Aprendem a escutar, a desacelerar e a valorizar o que realmente importa.
Com apoio de iniciativas como a Vivalá, o turismo de base comunitária fortalece a autonomia ribeirinha e incentiva um modelo de viagem justo, educativo e regenerativo.

Dicas para curtir a Amazônia
Para aproveitar ao máximo os principais pontos turísticos da Amazônia, é essencial planejar com atenção e sensibilidade. A floresta é viva, dinâmica e requer cuidados que vão além da logística. Cada estação traz paisagens e experiências diferentes, e cada território amazônico possui suas próprias características.
O primeiro passo é entender o clima e definir a melhor época para a viagem. Em seguida, escolher uma base estratégica como Manaus, Santarém ou Belém ajuda a organizar roteiros mais coerentes. Também é importante pensar no ritmo, pois a Amazônia não combina com pressa.
Os deslocamentos muitas vezes envolvem barco, canoa e longas distâncias. Por isso, ter tempo e abertura para o imprevisível faz toda a diferença. A conexão com as comunidades locais é outro ponto-chave, pois o respeito à cultura e aos saberes tradicionais deve ser prioridade.
Viajar pela Amazônia é uma oportunidade de se reconectar com o essencial. E com as dicas certas, cada momento se transforma em aprendizado, beleza e presença.
1- Escolha o Melhor Período para Visitar
Um dos pontos mais importantes para quem quer explorar os principais pontos turísticos da Amazônia é saber quando ir. O bioma amazônico possui duas estações bem marcadas que são a cheia (de janeiro a junho) e a seca ou vazante (de julho a dezembro), e cada período revela uma floresta diferente.
Na cheia, os rios sobem e cobrem trilhas, permitindo navegar por igapós, canais e florestas inundadas. É a época ideal para quem deseja ver a Amazônia a partir da água. Já na seca, surgem praias fluviais, trilhas e acessos por terra a comunidades e cachoeiras.
A escolha depende do tipo de experiência buscada. Para observação da fauna, o período da cheia pode ser mais interessante. Para quem prefere caminhar por trilhas ou curtir praias como Alter do Chão, o auge da seca é mais recomendado.
É importante lembrar que, independentemente da estação, é sempre possível viver uma experiência rica. A Amazônia muda o tempo todo e cada mudança é um convite à descoberta.
2- Decida a Base da sua Viagem (ex: Manaus, Santarém, Belém)
Definir onde será a base da viagem é essencial para conhecer com profundidade os principais pontos turísticos da Amazônia. As cidades mais recomendadas são Manaus, Santarém e Belém, cada uma com características próprias e acesso a diferentes regiões do bioma.
Manaus, no coração do Amazonas, é porta de entrada para o Encontro das Águas, o Museu da Amazônia (MUSA), o Parque de Anavilhanas e experiências no Rio Negro. É ideal para quem quer misturar floresta, cultura urbana e história.
Santarém, no Pará, oferece acesso a Alter do Chão, à Floresta Nacional do Tapajós e comunidades ribeirinhas no Rio Arapiuns. É recomendada para quem busca praias de água doce e vivências comunitárias.
Belém conecta o viajante à Ilha do Marajó e à rica gastronomia paraense, além de mercados como o Ver-o-Peso. É excelente para quem deseja explorar a Amazônia a partir da influência litorânea. Escolher a base certa permite mergulhar com mais profundidade em cada território, sem pressa e com conexão real com as pessoas e paisagens.
3- Explore o Rio Amazonas em passeios de barco ou cruzeiros fluviais
Navegar pelo Rio Amazonas é uma das formas mais encantadoras de vivenciar os principais pontos turísticos da Amazônia. Seja em voadeiras, barcos regionais ou cruzeiros fluviais, a imensidão do rio e seus afluentes revela uma floresta em movimento, onde tudo gira em torno da água.
Durante os passeios, é possível visitar comunidades ribeirinhas, igarapés, florestas alagadas, observar botos-cor-de-rosa e testemunhar a grandiosidade da biodiversidade amazônica.
As embarcações geralmente são adaptadas para longas travessias e permitem dormir a bordo, observar o pôr do sol e acordar ao som da mata. Os cruzeiros fluviais, por sua vez, oferecem conforto aliado à imersão na natureza, com roteiros educativos e paradas em áreas de conservação ou vilas tradicionais.
Já os passeios de curta duração possibilitam acessar pontos como o Encontro das Águas e trilhas aquáticas nos igapós. Navegar na Amazônia é uma experiência sensorial como o cheiro da mata, a correnteza, o silêncio dos rios e o céu estrelado criam memórias profundas. É o coração da floresta batendo a cada remo ou motor que corta o rio.
4- Mergulhe na Cultura Local e aventure-se pelas trilhas e expedições na selva
Entre os principais pontos turísticos da Amazônia, estão os caminhos que levam à cultura viva de seus povos e à imensidão de sua floresta. Conhecer a Amazônia é, acima de tudo, mergulhar no modo de vida das comunidades que vivem em harmonia com o rio, a mata e os ciclos da natureza.
Ao visitar aldeias indígenas, comunidades ribeirinhas e vilas tradicionais, o viajante descobre um patrimônio imaterial feito de histórias, danças, cantos, alimentos e rituais que refletem a sabedoria ancestral. Essas experiências fortalecem o respeito, promovem a escuta e revelam o verdadeiro valor do território.
As trilhas na floresta complementam essa jornada. Caminhadas guiadas por moradores ou condutores locais levam a mirantes naturais, cachoeiras escondidas, árvores gigantes e ecossistemas únicos. Durante as expedições, é comum aprender sobre plantas medicinais, técnicas de sobrevivência e o equilíbrio que sustenta a vida na selva.
Mais do que paisagens, a Amazônia oferece encontros transformadores. Quem se permite ir com atenção e presença retorna diferente com o corpo cansado, a mente leve e o coração tocado pela grandeza silenciosa da floresta.
Por que conhecer a Amazônia com a Vivalá?
Explorar os principais pontos turísticos da Amazônia com a Vivalá é muito mais do que uma viagem: é uma jornada de reconexão, aprendizado e impacto positivo. A organização atua com turismo sustentável e com respeito aos modos de vida locais para promover experiências que valorizam a floresta e seus povos.
Nos roteiros da Amazônia, a Vivalá trabalha em parceria com comunidades ribeirinhas, indígenas e unidades de conservação. Cada trilha, passeio de barco ou imersão é pensada para gerar renda, fortalecer saberes tradicionais e preservar o território.
Os viajantes participam ativamente das vivências, conhecem histórias reais, experimentam a culinária da floresta e entendem a importância da conservação ambiental. Tudo isso com o apoio de guias locais, capacitados para mediar o encontro entre culturas com sensibilidade e respeito.
Viajar com a Vivalá é escolher o caminho da escuta, da responsabilidade e da transformação. É deixar que a floresta fale e guie cada passo, revelando o que há de mais essencial em uma viagem: o encontro com o outro e com a própria humanidade.
Sobre a Vivalá
A Vivalá é uma organização brasileira que atua com turismo sustentável e educação em Unidades de Conservação e territórios de comunidades tradicionais. Sua missão é conectar pessoas, natureza e cultura por meio de experiências que geram impacto social, ambiental e pessoal.
Com presença em diferentes biomas do Brasil, como Amazônia, Cerrado e Caatinga, a Vivalá opera diretamente com ribeirinhos, indígenas, quilombolas e sertanejos. Esses parceiros recebem formação, apoio logístico e visibilidade, o que fortalece sua autonomia e preserva suas raízes.
A organização oferece roteiros para viajantes, escolas, universidades e empresas e promove vivências que transformam quem visita e quem recebe. Cada expedição é construída com cuidado para valorizar o turismo de base comunitária e práticas de baixo impacto ambiental.
Mais do que conhecer lugares, viajar com a Vivalá é fazer parte de algo maior, ou seja, um movimento por um Brasil mais justo, diverso e sustentável. É entender que o turismo pode ser uma ferramenta de transformação real, quando feito com propósito, escuta e afeto.
Conclusão
Visitar os principais pontos turísticos da Amazônia é uma oportunidade única de conhecer a imensidão de um dos biomas mais ricos do planeta. A floresta não impressiona apenas por sua biodiversidade, mas também pela sabedoria de seus povos, pela força dos rios e pela cultura que pulsa em cada canto.
Quem se permite viver essa experiência com consciência, retorna com novos olhares sobre o Brasil e sobre si. Com a Vivalá, essa jornada ganha ainda mais significado que une propósito, acolhimento e impacto positivo real.
A Amazônia é viva, potente e transformadora. E merece ser descoberta com respeito, sensibilidade e presença. Afinal, conhecer a floresta é também uma forma de defendê-la com os pés no chão e o coração aberto.
