Ecoturismo no Brasil: mais de 15 destinos para descobrir

25 de abril de 2025

Durante muito tempo, viajar no Brasil significava buscar praias famosas ou grandes centros urbanos, mas, com o passar dos anos, a mentalidade de quem viaja vem mudando. Agora, aumenta a busca por natureza, trilha, silêncio e até mesmo por um maior entendimento do território em que se pisa. Dessa forma, o ecoturismo no Brasil tornou-se reflexo de uma mudança profunda na forma como as pessoas se relacionam com o ambiente e com as próprias escolhas. Assim, ele passou a ocupar uma posição central na economia do turismo nacional. 

Segundo dados do Sebrae e do Ministério do Turismo, o turismo de natureza já corresponde a cerca de 60% do faturamento do setor turístico brasileiro. Ao mesmo tempo, mais de 65% das empresas da indústria de viagens passaram a oferecer experiências diretamente ligadas a ambientes naturais, sinalizando uma reorganização estrutural do mercado.

Vale destacar que esse movimento não acontece por acaso! O ecoturismo no Brasil cresce porque responde a essa demanda contemporânea por significado, combinando conservação ambiental, geração de renda para comunidades locais e valorização cultural. Viajar deixou de ser apenas um deslocamento e passou a representar uma escolha consciente, com impacto positivo e conexão com territórios que precisam ser preservados.

Neste conteúdo, você vai entender por que o ecoturismo no Brasil cresce acima da média mundial, quais são os melhores destinos para viver essa experiência e como cada região do país contribui para consolidar um modelo de turismo que une natureza, cultura e desenvolvimento sustentável.

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18 destinos para ecoturismo no Brasil

A seguir, estão regiões que unem a conservação de biomas à valorização da cultura local, servindo de referência para quem busca experiências de viagem pautadas pelo impacto positivo e pelo conhecimento do território nacional. Confira diversos destinos para o turismo de natureza no Brasil:

1. Chapada dos Veadeiros, GO

Chapada dos Veadeiros e a força do Cerrado

A Chapada dos Veadeiros é um dos destinos mais marcantes do ecoturismo nacional. Reconhecida como Patrimônio Natural Mundial, a região abriga formações rochosas de bilhões de anos, rios cristalinos e grandes cachoeiras. O Cerrado, bioma onde o destino está inserido, funciona como o berço das águas do país e desempenha um papel vital na regulação hídrica de todo o território brasileiro.

As trilhas do Parque Nacional conduzem a cenários como os Saltos do Rio Preto e os Cânions, proporcionando uma experiência real de imersão e educação ambiental. Ao redor do parque, comunidades locais desenvolvem práticas de agroecologia e turismo consciente, o que ajuda a fortalecer a economia da região e a proteger a natureza local.

A Expedição Chapada dos Veadeiros da Vivalá integra o contato com comunidades quilombolas e experiências culturais que aprofundam o entendimento sobre a conservação. Dessa forma, a viagem une o lazer ao sentimento de pertencimento e respeito ao território.

2. Chapada dos Guimarães, MT

Chapada dos Guimarães e a geodiversidade

A Chapada dos Guimarães revela paisagens de paredões areníticos, cavernas e cachoeiras que contam a história geológica do Cerrado. O Mato Grosso lidera o setor de ecoturismo no Brasil, o que reflete a força desse segmento na região. A Cachoeira Véu de Noiva e o Morro São Jerônimo são ícones do parque nacional, que também abriga o ponto geodésico central da América do Sul.

O turismo nessa área se apoia na valorização de um bioma que enfrenta pressões crescentes de desmatamento. Por isso, a visitação consciente ajuda a transformar a contemplação em uma ferramenta de preservação. Assim, o viajante compreende melhor a importância de manter a vegetação nativa e as nascentes protegidas.

Na Expedição Chapada dos Guimarães da Vivalá, é realizada uma verdadeira imersão na geodiversidade do Mato Grosso. A jornada conecta projetos locais que usam o turismo como um escudo para a conservação do Cerrado, garantindo que o ecoturismo proporcione impacto positivo real.

3. Lençóis Maranhenses, MA

Lençóis Maranhenses e o fenômeno singular das lagoas

Os Lençóis Maranhenses formam um dos ecossistemas mais singulares do planeta. Dunas de areia branca intercaladas por lagoas de água doce criam uma paisagem que muda conforme as estações. O Parque Nacional cobre uma área imensa e abriga comunidades que vivem em oásis escondidos no interior das dunas, mantendo um modo de vida muito próximo à natureza.

Nessa região, o turismo exige um controle rigoroso de impacto para proteger a fragilidade do cenário. Por isso, o período entre abril e outubro é o mais buscado, pois é quando as lagoas atingem seu nível máximo após as chuvas. Assim, o visitante consegue vivenciar a plenitude do parque respeitando as normas ambientais que garantem a preservação desse patrimônio.

O Trekking Lençóis Maranhenses da Vivalá foca na travessia estruturada com pernoites nos oásis comunitários. Dessa forma, sua jornada fortalece diretamente às famílias locais e permite uma imersão profunda na cultura de quem protege esse ecossistema único no mundo.

Já a Expedição Lençóis Maranhenses da Vivalá leva o grupo para algumas das lagoas mais lindas e impressionantes da região, além de diversas atrações de extrema beleza, como a revoada dos guarás. Isso combinado com uma imersão em uma comunidade ribeirinha local muito hospitaleira, incluindo uma pousada aconchegante e encantadora, em uma experiência acessível a todas as idades.

Para quem busca luxo e exclusividade, a Vivalá oferece opções privativas, muito indicadas para casais, famílias e grupos de amigos, com hospedagens e muita conexão com a natureza local.

4. Jalapão, TO

Jalapão e a preservação do Cerrado

O Jalapão, situado no estado do Tocantins, constitui uma das áreas mais preservadas do Cerrado brasileiro, destacando-se por unir cenários naturais raros a uma baixa pressão urbana. Sob esse viés, a região integra fervedouros de águas cristalinas, dunas, serras e cachoeiras em um território de baixa densidade populacional, no qual a natureza é predominante.

Além do mais, é importante enfatizar que o destino impulsiona o protagonismo de comunidades quilombolas e pequenos empreendedores que integram a cadeia turística local. Com isso, o ecoturismo atua como um mecanismo de desenvolvimento regional, estabelecendo incentivos econômicos para a conservação do bioma e posicionando a região como uma referência de sustentabilidade no país.

Dessa maneira, a Expedição Jalapão da Vivalá fomenta o protagonismo de comunidades quilombolas e pequenos empreendedores, utilizando o ecoturismo como ferramenta de desenvolvimento regional e proteção ativa das nascentes do Cerrado.

5. Povo Indígena Shanenawa, AC

Amazônia, Acre e a sabedoria ancestral dos povos originários

A Amazônia ocupa uma posição estratégica para o ecoturismo no Brasil, visto que concentra a maior floresta tropical do planeta e desempenha um papel decisivo no equilíbrio climático global. Mais do que isso, a Amazônia é casa de milhões de pessoas, muitas delas comunidades tradicionais, como os povos indígenas, que são os principais responsáveis pela preservação do bioma e guardiões de saberes ancestrais.

Diante desse cenário, o ecoturismo é uma ferramenta poderosa para, a um só tempo, preservar a Amazônia, valorizar a cultura dos povos originários e gerar renda para essas pessoas de forma sustentável.

Nesse sentido, a Expedição Amazônia Aldeia Shanenawa da Vivalá integra cultura, natureza e aprendizado em um modelo de turismo de base comunitária. Ao promover o contato direto com tradições e práticas milenares, incluindo a consagração de medicinas da floresta como a Ayahuaasca, a experiência fortalece a autonomia territorial e consolida a Amazônia como eixo central do ecoturismo no Brasil.

6. Alter do Chão, PA

Praias paradisíacas, igarapés e imersão na floresta

Alter do Chão, situado no oeste do Pará, destaca-se no ecoturismo nacional por reunir áreas preservadas de floresta amazônica e um forte protagonismo comunitário. Atualmente, o distrito de Santarém, localizado às margens do Rio Tapajós, é reconhecido pelas praias de água doce que surgem durante o verão amazônico, entre agosto e dezembro. Nesse período, o recuo das águas revela faixas de areia branca cercadas por vegetação tropical. 

Além disso, as trilhas na Floresta Nacional do Tapajós e as visitas ao Canal do Jari permitem um contato direto com projetos de manejo sustentável. Assim, a conexão com comunidades ribeirinhas reforça a importância da floresta e demonstra como a conservação e o desenvolvimento local caminham juntos.

A Expedição Amazônia Alter do Chão da Vivalá amplia essa experiência ao integrar oficinas culturais e vivências conduzidas por moradores locais. Dessa forma, o modelo fortalece a geração de renda no território e consolida a região como uma referência de turismo de base comunitária.

7. Pantanal, MT

Onça-pintada e a maior planície alagável do planeta

Acima de tudo, vale ressaltar que o Pantanal abriga a maior planície alagável contínua do planeta. Atualmente, a região é reconhecida como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera, destacando-se pela alta densidade de fauna. O ciclo de cheias e secas transforma a paisagem ao longo do ano e, por isso, cria um dos ecossistemas mais produtivos da América do Sul. Durante a estação seca, entre julho e outubro, a concentração de animais nas margens dos rios facilita a observação de espécies como a onça-pintada e o tuiuiú. 

Nesse sentido, o destino tornou-se uma referência internacional em observação de fauna, atraindo viajantes interessados em experiências responsáveis. Além disso, as fazendas adaptadas ao turismo sustentável oferecem hospedagem integrada à natureza, com guias locais que conduzem trilhas e passeios de barco.

Para quem deseja viver essa experiência, a Expedição Pantanal da Vivalá oferece uma imersão que une a observação de animais ao apoio direto às comunidades locais e à conservação da natureza.

8. Vale do Pati, BA

Vale do Pati e a experiência de travessia

O Vale do Pati, localizado no coração da Chapada Diamantina, é considerado uma das travessias mais impactantes do ecoturismo no Brasil. A jornada envolve caminhadas de vários dias por trilhas que atravessam montanhas, rios cristalinos e mirantes de altitude elevada. No fim, todo o esforço físico é recompensado por paisagens grandiosas e por uma forte sensação de isolamento natural.

Além da natureza, o diferencial do Vale do Pati está na integração direta com as famílias que vivem na região. Nesse contexto, os pernoites acontecem em casas de moradores locais que oferecem hospedagem, alimentação caseira e histórias sobre o passado garimpeiro. Assim, a troca transforma a caminhada em uma experiência cultural profunda, na qual o visitante compreende o território como um espaço habitado e carregado de memória.

Para quem busca esse contato, a Expedição Vale do Pati da Vivalá proporciona uma imersão completa, unindo o desafio das trilhas ao fortalecimento da economia dessas famílias tradicionais do vale.

9. Ilha de Marajó, PA

Belém e Ilha de Marajó, a cultura das águas

A Ilha de Marajó, situada na foz do Rio Amazonas, é famosa no ecoturismo nacional por integrar ambientes fluviais, oceânicos e culturais em um mesmo território. Atualmente, ela é considerada a maior ilha fluviomarinha do mundo, apresentando campos alagados, manguezais e praias de água doce. Além disso, a região possui uma identidade marcada por tradições indígenas e pela emblemática criação de búfalos.

Em suma, o ecoturismo na região envolve passeios por igarapés, observação de aves e experiências gastronômicas com ingredientes regionais. Importante destacar que o visitante encontra hospitalidade genuína em vilarejos como Soure e Salvaterra, aprendendo sobre modos de vida adaptados aos ciclos das águas. Além disso, a cerâmica marajoara mantém viva a expressão artística ancestral e representa uma importante fonte de renda para os artesãos locais.

Para quem deseja conhecer esse destino, a Expedição Belém e Ilha do Marajó da Vivalá oferece uma imersão que valoriza as práticas tradicionais e fortalece a economia das comunidades, mostrando que cultura e natureza caminham juntas.

10. Foz do Iguaçu, PR

Foz do Iguaçu e a gestão estruturada

Foz do Iguaçu é um dos destinos mais estruturados do ecoturismo no Brasil e prova que grandes fluxos turísticos podem coexistir com a conservação ambiental. Atualmente, o Parque Nacional do Iguaçu protege as Cataratas, um conjunto de quedas d’água, que é uma das maiores do mundo em volume e extensão.

A biodiversidade da Mata Atlântica preservada na região inclui espécies ameaçadas e corredores ecológicos estratégicos. Assim, os projetos de pesquisa científica fortalecem a relevância ambiental do destino, demonstrando que o planejamento é o pilar para equilibrar visitação e preservação.

O destino Foz do Iguaçu não é operado pela Vivalá no momento. Ainda assim, a região permanece como um exemplo fundamental de como a gestão pública e o turismo podem trabalhar juntos pela proteção da natureza.

11. Serra do Cipó, MG

Serra do Cipó e a transição de biomas

A Serra do Cipó, que integra o Parque Nacional da Serra do Cipó, reúne formações rochosas, campos rupestres e rios de águas claras. Atualmente, a região é conhecida por sua flora adaptada ao Cerrado e pela transição para a Mata Atlântica. Além disso, o território abriga diversas espécies endêmicas e desempenha um papel relevante na conservação hídrica do estado.

Nesse ambiente, trilhas como a da Cachoeira da Farofa e do Vale do Bocaina proporcionam um contato direto com a paisagem natural. Essa visitação fortalece o trabalho de guias locais, pousadas familiares e pequenos empreendedores que dependem da preservação para manter suas atividades. Assim, o turismo na região reforça a importância do baixo impacto para o desenvolvimento local.

Apesar disso, a Serra do Cipó não consta no portfólio atual de expedições da Vivalá. Ainda assim, o destino permanece como uma referência fundamental para quem deseja compreender a diversidade dos biomas brasileiros e a importância do turismo responsável.

12. Monte Roraima, RR

Monte Roraima e a geologia ancestral

O Monte Roraima fica localizado na tríplice fronteira com a Venezuela e a Guiana, este destino é perfeito para o ecoturismo, pode-se afirmar que no local há formações geológicas que remontam a milhões de anos. Atualmente, a travessia até o topo envolve dias de caminhada e é conduzida por guias indígenas que compartilham saberes tradicionais sobre o território.

Nesse sentido, a experiência transcende o desafio físico, pois o local carrega um significado espiritual e cultural profundo. Além disso, o turismo responsável assegura o respeito às tradições e contribui diretamente para a geração de renda local. Assim, o visitante compreende que a preservação desse ecossistema ancestral está ligada à valorização de quem habita a região.

Para quem busca essa jornada, a Expedição Monte Roraima da Vivalá proporciona uma imersão segura e consciente.

13. Xingu, MT

Mato Grosso e o ritmo ancestral da Aldeia Afukuri

O Território Indígena do Xingu é um dos cenários mais significativos para quem busca compreender a relação ancestral entre os povos originários e a natureza. Atualmente, a Aldeia Afukuri, do povo Kuikuro, abre suas portas e apresenta um território de resistência e sabedoria secular. 

Nesse contexto, a experiência inclui a participação em festas tradicionais, como a Duhé e a Yamurikumã, além do aprendizado sobre a pintura corporal e o artesanato local. Além disso, o contato direto com as enormes casas tradicionais e a alimentação baseada em ingredientes nativos revelam a riqueza dessa cultura viva. 

Dessa forma, o modelo de etnoturismo fortalece a autonomia do povo Kuikuro e garante que a renda gerada contribua diretamente para a manutenção do território e de suas tradições. Para quem busca essa conexão profunda, a Expedição Xingu da Vivalá oferece acesso seguro e respeitoso à Aldeia Afukuri. 

14. Pico da Neblina, AM

Pico da Neblina e o turismo Yanomami

O Pico da Neblina, ponto mais alto do Brasil, abriga hoje um dos projetos de turismo de base comunitária mais importantes do país. Localizado no coração da floresta amazônica, o Yaripo, nome dado pelos indígenas, é gerido com autonomia pelo povo Yanomami. Realizar essa expedição requer autorização especial e o acompanhamento de guias locais, garantindo que o impacto no território sagrado seja mínimo.

Uma vez que a jornada exige um esforço físico intenso, ela também demanda um compromisso ético do viajante com a cultura local. Inclusive, a visitação funciona como uma estratégia de proteção da terra indígena, combatendo invasões e valorizando os saberes ancestrais. Logo, a subida até o topo deixa de ser apenas um desafio esportivo e se torna um ato de apoio à resistência Yanomami.

Se você pretende encarar essa jornada, a Expedição Pico da Neblina da Vivalá permite uma imersão conduzida pelos próprios guardiões da montanha. Desse modo, sua viagem ajuda a fortalecer a economia das comunidades enquanto você conhece o ponto mais elevado da nossa geografia.

15. Piracanga, BA

Piracanga e práticas regenerativas

Piracanga, situada na Península de Maraú, destaca-se por sua abordagem regenerativa dentro do ecoturismo nacional. Vale destacar que a ecovila integra conceitos de permacultura, alimentação vegana e vivências de conexão profunda com a natureza. Acima de tudo, a experiência no local combina a paisagem preservada do litoral sul baiano com uma vida comunitária voltada para o cuidado com o corpo e a mente.

Com isso, o destino reforça que o turismo também pode focar na transformação pessoal e em modelos de convivência mais equilibrados. Inclusive, as práticas de sustentabilidade aplicadas no dia a dia, como o uso de tecnologias limpas, servem de exemplo sobre como habitar o planeta de forma consciente. 

Para quem busca esse refúgio, a Expedição Retiro Unah Piracanga da Vivalá oferece uma jornada de sete dias focada em autoconhecimento. Desse modo, a viagem une yoga, rituais na natureza e oficinas de educação transformadora, garantindo uma experiência de pausa e renovação completa.

16. Manaus e Rio Negro, AM

A porta de entrada para a floresta

Manaus é o coração logístico da Amazônia e o ponto de entrada para quem deseja entrar na maior floresta tropical do planeta. A cidade oferece a infraestrutura necessária para alcançar áreas remotas, permitindo que o viajante conheça fenômenos como o Encontro das Águas antes de seguir viagem rio adentro.

A grande riqueza dessa região está na vida que pulsa às margens do Rio Negro. A pouca distância da capital, a Comunidade de Acajatuba recebe visitantes para uma imersão real no cotidiano ribeirinho, proporcionando caminhadas na selva, banhos de rio no flutuante e a observação de botos-cor-de-rosa em seu habitat natural. O contato com os moradores locais transforma a viagem em um aprendizado sobre a preservação da floresta e a força da cultura amazônica.

A Expedição Amazônia Rio Negro da Vivalá começa em Manaus e leva você diretamente para o cotidiano de Acajatuba, garantindo que o impacto da sua visita fortaleça diretamente a economia da comunidade local.

17. Jericoacoara, CE

Jericoacoara e o equilíbrio entre turismo costeiro e preservação

Jericoacoara é mundialmente famosa por suas dunas e lagoas, mas sua importância para o ecoturismo vai muito além das belas paisagens. Localizada dentro de uma área de proteção ambiental, a vila preserva ecossistemas frágeis de manguezais e restingas que exigem um turismo consciente para serem mantidos.

A experiência na região envolve caminhadas pelo Morro do Serrote e visitas a monumentos naturais como a Pedra Furada. Além do contato com a natureza, o visitante tem a oportunidade de conhecer o lado histórico de Tatajuba e participar de vivências que valorizam a cultura cearense, como oficinas de artesanato em crochê e aulas de forró. 

A Expedição Jericoacoara da Vivalá permite que você conheça esse destino sob uma nova perspectiva, unindo o lazer à conexão com as raízes da vila, garantindo uma imersão que fortalece a cultura e a economia da comunidade.

18. Chapada Diamantina, BA

Chapada Diamantina e a força da Mata Atlântica interiorana

A Chapada Diamantina é um dos destinos mais completos do ecoturismo nacional, sendo referência para quem busca entender a complexidade dos ecossistemas brasileiros e a importância de manter esses territórios protegidos.

Localizada no interior da Bahia, a região reúne cachoeiras de grande porte, cavernas e vales profundos que integram fragmentos preservados de Mata Atlântica e Cerrado. O Parque Nacional estrutura trilhas que combinam o esforço físico com a contemplação de cenários famosos, como o Morro do Pai Inácio e a Cachoeira da Fumaça.

Além da paisagem, a região consolidou um modelo forte de turismo de base comunitária. O trabalho de guias certificados e pousadas familiares fortalece a economia regional e garante que a visitação ajude na conservação ambiental. 

O foco das expedições Vivalá na região é o Vale do Pati, que foi apresentado no item 8 desta lista como uma das experiências de trekking mais profundas e autênticas do Brasil.

Por que o ecoturismo no Brasil cresce em 2026

O crescimento do ecoturismo no Brasil não é resultado de uma tendência passageira, mas de uma combinação estrutural entre demanda do consumidor, ativos ambientais estratégicos e reorganização do mercado turístico. A busca por experiências ao ar livre, contato com biodiversidade e viagens com propósito se intensificou após a consolidação de uma nova mentalidade global voltada à sustentabilidade e ao bem-estar.

Pesquisas recentes do Ministério do Turismo indicam que o turismo de natureza está entre os segmentos mais procurados pelos brasileiros, ocupando posição de destaque nas intenções de viagem. Ao mesmo tempo, operadores e destinos passaram a investir em modelos mais responsáveis, com foco em turismo de base comunitária, conservação ambiental e gestão de impacto. 

Outro fator relevante é a maior visibilidade internacional do Brasil na agenda climática e ambiental. A realização de eventos globais ligados à sustentabilidade, acordos ambientais e debates sobre preservação da biodiversidade ampliaram o interesse pelo país como território estratégico de turismo sustentável. Nesse contexto, o ecoturismo no Brasil deixa de ser apenas segmento turístico e se consolida como instrumento de desenvolvimento econômico aliado à conservação dos biomas nacionais.

Perspectivas para o mercado do ecoturismo no Brasil

As projeções para o ecoturismo no Brasil apontam crescimento consistente até 2035, sustentado por fatores estruturais que vão além da demanda pontual. A consolidação da metodologia de Destinos Turísticos Inteligentes, que integra governança, sustentabilidade, inovação e monitoramento de dados, fortalece a organização dos territórios e amplia a competitividade internacional do país. Paralelamente, investimentos em infraestrutura leve, capacitação de guias e digitalização de serviços tornam a experiência mais segura e acessível.

Outro ponto decisivo é a valorização do turismo de base comunitária. Comunidades indígenas, ribeirinhas, quilombolas e pequenos empreendedores locais passam a ocupar papel central na cadeia produtiva, transformando o ecoturismo em ferramenta de geração de renda e permanência territorial. Esse modelo cria incentivo direto para a preservação ambiental e distribui os benefícios econômicos de forma mais equilibrada.

Com ampla biodiversidade, diversidade cultural e capacidade empreendedora em diferentes regiões, o Brasil reúne condições para se posicionar como referência global em turismo sustentável. O avanço do ecoturismo no Brasil não depende apenas da paisagem, mas da capacidade de integrar conservação, planejamento e desenvolvimento econômico de longo prazo.

Por que fazer ecoturismo no Brasil com a Vivalá

Fazer ecoturismo no Brasil com a Vivalá significa participar de um modelo estruturado que conecta conservação ambiental, geração de renda local e aprendizado cultural em uma mesma experiência. Cada expedição é construída em parceria com comunidades tradicionais, lideranças locais e territórios protegidos, garantindo que a viagem gere impacto positivo real e mensurável. Não se trata apenas de visitar um destino, mas de fortalecer economias regionais e contribuir para a preservação dos biomas brasileiros.

A atuação conjunta com o Instituto Samaúma amplia esse compromisso ao integrar inclusão social, educação ambiental e desenvolvimento comunitário às expedições. O viajante deixa de ser espectador e passa a compreender a dinâmica do território, seus desafios e sua importância estratégica para o equilíbrio climático e cultural do país. O ecoturismo no Brasil, quando estruturado dessa forma, torna-se ferramenta concreta de transformação.

Se você busca experiências que unam natureza, propósito e impacto positivo, conheça as Expedições Vivalá e descubra como viver o ecoturismo no Brasil de forma responsável e transformadora.

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