Buscando lugares para viajar sozinha? Florianópolis, Paraty e Alter do Chão são opções para quem gosta de praias e natureza. Ouro Preto e Tiradentes combinam história e passeios culturais, enquanto Bonito, a Chapada dos Veadeiros e o Jalapão atraem viajantes interessadas em trilhas, cachoeiras e atividades ao ar livre.
Para quem deseja conhecer outros países, Lisboa, Buenos Aires e Santiago também oferecem diferentes possibilidades de passeios, experiências culturais e atividades compartilhadas.
A escolha depende do seu orçamento, do tipo de experiência que procura e da estrutura de cada destino. Afinal, viajar sozinha não significa passar todos os dias sem companhia. É possível organizar uma viagem independente, participar de passeios compartilhados ou embarcar em uma expedição com outras pessoas.
Enfim, com tantas possibilidades, vale conhecer melhor cada destino antes de decidir para onde ir. Para te ajudar, selecionamos 40 lugares para viajar sozinha no Brasil e no exterior, além de orientações para ajudar você a escolher seu próximo destino e planejar a viagem com mais segurança.
Lugares para viajar sozinha no Brasil
O Brasil concentra lugares para viajar sozinha para diferentes gostos, de cidades históricas e praias a trilhas, cachoeiras e experiências culturais. A seguir, conheça 35 lugares para viajar sozinha, com sugestões do que fazer, dicas para organizar os passeios e relatos de mulheres que já conheceram alguns desses destinos.
1- Chapada dos Veadeiros, Goiás
A Chapada dos Veadeiros fica no nordeste de Goiás e é conhecida pelas cachoeiras, cânions e trilhas pelo Cerrado. Alto Paraíso de Goiás, a Vila de São Jorge e Cavalcante são os principais pontos de partida para explorar a região, incluindo o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
Entre os atrativos mais conhecidos estão os Saltos do Rio Preto, a Cachoeira Santa Bárbara, o Vale da Lua e as Cataratas dos Couros. Cada passeio apresenta características próprias, há caminhadas por terrenos rochosos, piscinas naturais de águas transparentes e quedas-d’água cercadas pela vegetação do Cerrado. Fora das trilhas, vale conhecer os restaurantes, cafés e pequenos comércios de Alto Paraíso e São Jorge.
Para quem está planejando a primeira viagem sozinha, a Chapada também pode ser um dos melhores lugares para viajar sozinha e fazer novas amizades. As caminhadas e os momentos de descanso entre os passeios favorecem a convivência, especialmente em expedições compartilhadas.
E foi assim que Karine Monteiro viveu sua primeira viagem sozinha com a Vivalá. Apesar da apreensão antes de embarcar, ela encontrou novas amizades durante a expedição e voltou com lembranças que ultrapassaram os passeios.


2- Alter do Chão, Pará
Alter do Chão fica em Santarém, no oeste do Pará, às margens do Rio Tapajós. A vila é conhecida pelas praias de água doce que aparecem durante a vazante, quando o nível do rio diminui e extensas faixas de areia ficam expostas.
A Ilha do Amor é um dos lugares para viajar sozinha mais procurados, mas vale conhecer também Ponta de Pedras, Ponta do Cururu e outras áreas acessíveis por barco. Dependendo do roteiro, é possível visitar comunidades da região e aprender sobre a vida às margens do Tapajós. Na vila, restaurantes servem peixes amazônicos e outros pratos da culinária paraense.
Os dias podem começar com um passeio de barco e terminar à beira do rio, acompanhando o pôr do sol. Quem viaja sem companhia encontra oportunidades de conversar com outros visitantes durante as atividades, mas também pode reservar algumas horas para aproveitar a tranquilidade das praias.
Giovanna Alimari conheceu Alter do Chão com a Vivalá. Além das paisagens e dos rios, ela destacou os encontros com as comunidades e as amizades que surgiram durante a viagem, experiências que permaneceram entre suas principais lembranças.


3- Amazônia Rio Negro, Amazonas
O Rio Negro é um dos principais rios da Amazônia e encontra o Rio Solimões nas proximidades de Manaus, formando o conhecido Encontro das Águas. A partir da capital amazonense, expedições fluviais percorrem diferentes trechos da região, passando por áreas de floresta e comunidades ribeirinhas.
Durante a viagem, os visitantes podem participar de caminhadas, atividades de observação da natureza e experiências conduzidas por comunidades anfitriãs. A navegação também ajuda a compreender a importância dos rios para o transporte, a alimentação e o cotidiano de quem vive na Amazônia.
Em uma expedição fluvial, a convivência acontece durante as refeições, os passeios e os deslocamentos. Ao mesmo tempo, há momentos para observar a floresta, ouvir os sons da natureza e acompanhar as mudanças da paisagem pelo caminho.
O Rio Negro pode não ser o primeiro destino que vem à mente quando pensamos em lugares para viajar sozinha, mas a experiência pode surpreender. Foi na região que Julianna Bettim fez sua primeira viagem sozinha com a Vivalá, em novembro de 2021. Durante a expedição, ela se sentiu acolhida, encontrou liberdade para aproveitar os dias e construiu amizades que se tornaram uma das partes mais marcantes da viagem.


4- Belém e Ilha de Marajó, Pará
Belém é a capital do Pará e uma das principais cidades para conhecer a cultura amazônica. Fundada às margens da Baía do Guajará, preserva construções históricas, mercados tradicionais e uma culinária marcada por ingredientes da região.
O Mercado Ver-o-Peso merece uma visita pela diversidade de peixes, frutas, ervas e produtos comercializados diariamente. A Estação das Docas, o complexo Feliz Lusitânia e o Museu Paraense Emílio Goeldi também podem entrar no roteiro. Entre os sabores locais, experimente tacacá, maniçoba, pato no tucupi e pratos preparados com peixes amazônicos.
A viagem pode continuar até a Ilha de Marajó, que tem Soure e Salvaterra entre os municípios mais visitados. Praias, fazendas, gastronomia regional e atividades culturais ajudam a compor a programação. Para quem pretende viajar sozinha, vale reservar experiências conduzidas por moradores e produtores locais, além dos passeios pelas praias.
Durante a expedição da Vivalá, Flavia Gisele conheceu atividades relacionadas à produção de açaí, farinha e chocolate, participou de uma oficina de cerâmica e vivenciou um banho de cheiro. As histórias compartilhadas pelas pessoas da comunidade estiveram entre os momentos que mais a marcaram.


5- Aldeia Shanenawa, Acre
O povo Shanenawa vive na região de Feijó, no Acre, e mantém uma relação histórica com os rios e a floresta amazônica. As experiências de visitação organizadas com a comunidade permitem conhecer aspectos de sua cultura, de seus conhecimentos e de sua relação com o território.
A programação acontece conforme as atividades escolhidas pelos anfitriões e pode incluir momentos de convivência, conversas e manifestações culturais. Por isso, é importante conhecer previamente a proposta da visita e respeitar as orientações da comunidade.
Entre os lugares para viajar sozinha, a Aldeia Shanenawa oferece uma experiência de convivência e aprendizado. Quem deseja participar precisa considerar as condições de acesso e a estrutura disponível. Também vale chegar com disposição para ouvir, aprender e conhecer perspectivas diferentes daquelas presentes no cotidiano urbano.
Adriana Gioda visitou a comunidade Shanenawa em uma expedição da Vivalá. A natureza, a música e a convivência com os anfitriões marcaram seus dias no Acre. Ela também destacou os encontros com pessoas de diferentes trajetórias durante a viagem.


6- Monte Roraima
O Monte Roraima fica na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Conhecido pelo topo em formato de mesa, o tepui é um dos destinos de trekking mais desafiadores da América do Sul. A rota tradicional de subida começa na Venezuela e envolve vários dias de caminhada e acampamento.
A rota tradicional de trekking começa na Venezuela e exige vários dias de caminhada. O percurso atravessa campos, rios e áreas de montanha até alcançar o topo, onde formações rochosas, piscinas naturais e espécies vegetais adaptadas ao ambiente despertam a curiosidade dos visitantes.
A expedição exige preparo físico, equipamentos adequados e disposição para acampar em condições que podem mudar rapidamente. Quem pretende embarcar sem companhia deve escolher uma operação experiente e conhecer previamente o itinerário, os requisitos de documentação internacional e as dificuldades da travessia.
Ao longo da caminhada, os participantes compartilham os desafios do percurso. As paradas para descanso, as refeições e os acampamentos acabam criando uma convivência própria das expedições de longa duração.


7- Pico da Neblina, Amazonas
O Pico da Neblina, chamado Yaripo pelos Yanomami, fica na Serra do Imeri, no extremo noroeste do Amazonas. Com 2.995,30 metros de altitude, é o ponto mais alto do Brasil e está situado em território tradicional Yanomami.
A subida exige vários dias de caminhada por ambientes que mudam conforme a altitude. O percurso atravessa trechos de floresta e áreas de montanha, com condições que exigem preparo físico, equipamentos apropriados e atenção às orientações da equipe responsável.
O Yaripo possui profundo significado cultural para os Yanomami. Por isso, conhecer a montanha envolve respeitar a relação desse povo com o território e as condições de visitação estabelecidas para a expedição.
Para quem deseja realizar o trekking sem uma companhia conhecida, o planejamento deve começar pela avaliação do preparo físico e das exigências do roteiro. A caminhada acontece com uma equipe autorizada, e a convivência com os demais participantes faz parte dos dias na montanha.
Letícia conheceu o Yaripo com a Vivalá e se impressionou com o desafio da subida, as mudanças de paisagem e a experiência de conviver com os Yanomami.


8- Lençóis Maranhenses, Maranhão
Os Lençóis Maranhenses ficam no litoral do Maranhão e formam uma paisagem de dunas de areia branca entremeadas por lagoas temporárias. Essas lagoas recebem água das chuvas e mudam ao longo do ano, o que torna a escolha da época da viagem especialmente importante.
Barreirinhas, Santo Amaro e Atins são algumas das principais bases para explorar a região. Os roteiros incluem circuitos de lagoas, caminhadas pelas dunas e passeios que alcançam diferentes áreas do parque e de seu entorno.
Entre os lugares para viajar sozinha, os Lençóis Maranhenses são uma opção para quem deseja conhecer a natureza e compartilhar experiências durante os passeios. Caminhar pelas dunas exige atenção ao calor e às condições do percurso. Por isso, vale pesquisar quais circuitos combinam com seus interesses e reservar as atividades com antecedência, principalmente nos períodos mais procurados.
Marina Lourenço conheceu os Lençóis Maranhenses com a Vivalá. Além das dunas e lagoas, ela participou de atividades de voluntariado com moradores, uma experiência que ampliou seu contato com a região. A disponibilidade atual dessas atividades deve ser confirmada antes da viagem.


9- Jalapão, Tocantins
O Jalapão fica no leste do Tocantins, em uma região do Cerrado conhecida pelos fervedouros, cachoeiras, dunas e rios. Mateiros, São Félix do Tocantins e Ponte Alta do Tocantins estão entre os municípios utilizados como base para os roteiros.
Os fervedouros estão entre os atrativos mais conhecidos. Neles, a água brota do solo com pressão suficiente para dificultar que o corpo afunde. A Cachoeira da Formiga, as Dunas do Jalapão e a Pedra Furada também aparecem em muitos itinerários.
A viagem envolve grandes distâncias e trechos de estrada de terra. Por isso, o transporte precisa ser planejado com atenção. Para quem não pretende dirigir, participar de uma expedição organizada pode facilitar o acesso aos atrativos e o aproveitamento dos dias.
Ana Luiza Galiza conheceu o Jalapão com a Vivalá e destacou a sensação de segurança que teve durante sua experiência. A hospedagem em uma comunidade também marcou sua viagem, especialmente pelo contato com as pessoas que vivem na região.


10- Povo Kariri-Xocó, Alagoas
O povo Kariri-Xocó vive na região de Porto Real do Colégio, em Alagoas, às margens do Rio São Francisco. Sua história está ligada ao território e à continuidade de conhecimentos transmitidos entre gerações.
As experiências de visitação organizadas pela comunidade permitem conhecer aspectos dessa história por meio das atividades conduzidas pelos próprios anfitriões. A programação pode incluir conversas e vivências culturais, conforme a proposta definida para cada visita.
É uma experiência para quem deseja conhecer diferentes perspectivas sobre a história e a cultura brasileira. O contato com os anfitriões pede atenção às orientações da comunidade e respeito aos conhecimentos que ela escolhe compartilhar.
Como a visitação depende de organização prévia, é importante verificar as condições de acesso e a programação antes de viajar.


11- Piracanga, Bahia
Piracanga fica na Península de Maraú, no litoral sul da Bahia, em uma região de praias, rios e vegetação costeira. O destino é associado a retiros e atividades de bem-estar, que variam conforme o espaço escolhido.
A programação pode incluir práticas de movimento, meditação e outras atividades voltadas ao descanso e ao autocuidado. Fora delas, a proximidade com a praia convida a caminhar, aproveitar a natureza e passar alguns dias longe do ritmo habitual.
Piracanga é um dos melhores lugares para viajar sozinha no brasil e pode fazer sentido para quem deseja comemorar uma data especial, descansar depois de um período intenso ou dedicar alguns dias a interesses pessoais. Antes de reservar, vale pesquisar a proposta do retiro, as atividades incluídas e as condições de acesso.
Foi para comemorar seu aniversário que Magna escolheu viajar para Piracanga. Ao recordar a experiência, ela a considerou o melhor presente que poderia ter dado a si mesma.


12- Vale do Pati, Bahia
O Vale do Pati fica na Chapada Diamantina, na Bahia, e é conhecido por uma das travessias mais procuradas do Brasil. O percurso passa por montanhas, rios, cachoeiras e mirantes que revelam diferentes paisagens da região.
Entre os atrativos estão o Morro do Castelo e o Cachoeirão, além de trechos de caminhada que atravessam o interior do vale. Os roteiros variam em duração e dificuldade, conforme os pontos de entrada e saída escolhidos.
Uma das particularidades do Pati é a hospedagem em casas de moradores. Depois de horas de caminhada, os visitantes encontram refeições e espaços para descansar, enquanto conhecem um pouco do cotidiano de quem vive na região.
A travessia exige preparo físico e disposição para caminhar durante vários dias. Para quem gosta de trekking, compartilhar esse percurso com outras pessoas pode tornar a experiência ainda mais interessante, especialmente nos momentos de descanso e nas conversas com os anfitriões.


13- Território Haliti-Paresi, Mato Grosso
O povo Haliti-Paresi vive em territórios indígenas de Mato Grosso e mantém conhecimentos culturais ligados à sua história e à relação com o território. Algumas comunidades organizam experiências de visitação conduzidas pelos próprios anfitriões.
Durante essas atividades, os visitantes podem conhecer aspectos da vida comunitária e ouvir histórias compartilhadas pelos Haliti-Paresi. A programação e os espaços acessíveis dependem das decisões de cada comunidade.
A experiência interessa especialmente a quem deseja ampliar seus conhecimentos sobre os povos indígenas do Brasil. O contato com os anfitriões ajuda a compreender que cada povo possui uma trajetória própria, com conhecimentos, práticas e formas de organização específicas.
Camila Maciel participou de uma expedição da Vivalá e destacou a importância de conhecer culturas indígenas para compreender melhor o Brasil. A experiência despertou reflexões que continuaram depois da viagem.


14- Território Indígena do Xingu, Mato Grosso
O Território Indígena do Xingu fica no nordeste de Mato Grosso e é habitado por diferentes povos indígenas, cada um com sua história, língua e conhecimentos. A região abriga uma diversidade cultural que precisa ser compreendida a partir das particularidades de seus habitantes.
As experiências de visitação acontecem com comunidades anfitriãs específicas, que definem a programação, as atividades e as orientações para os visitantes. Por isso, é importante conhecer a proposta da viagem e respeitar os limites estabelecidos pela comunidade.
Durante a convivência, os visitantes podem aprender sobre aspectos da história e da vida cotidiana compartilhados pelos anfitriões. O interesse principal está na oportunidade de ouvir diferentes perspectivas e compreender melhor as relações dos povos com seus territórios.
Mônica participou de uma expedição da Vivalá ao Xingu e considerou o encontro cultural uma das experiências mais especiais de sua viagem. A convivência com os anfitriões permaneceu entre suas principais lembranças.


15- Pantanal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
O Pantanal ocupa áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e é uma das maiores planícies inundáveis do planeta. O ciclo de cheias e secas transforma a paisagem ao longo do ano e influencia a circulação dos animais.
Tuiuiús, araras, jacarés, capivaras e diferentes espécies de mamíferos fazem parte da fauna da região. Os roteiros podem incluir passeios de barco, caminhadas e atividades de observação de animais silvestres, conforme as condições ambientais.
A escolha da época da viagem depende do que você deseja conhecer. Também vale pesquisar as características da região do Pantanal que pretende visitar, já que as experiências variam entre os diferentes pontos de acesso.
Patricia Yamamoto conheceu o Pantanal com a Vivalá e ficou impressionada com os animais, as paisagens e as experiências culturais. Ela gostaria de voltar para tentar observar uma onça e um tamanduá, lembrando que os encontros com a fauna silvestre dependem das condições da natureza.


16- Chapada dos Guimarães, Mato Grosso
A Chapada dos Guimarães fica em Mato Grosso, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá. A região é conhecida pelos paredões de arenito, cachoeiras, cavernas e paisagens do Cerrado.
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães abriga a Cachoeira Véu de Noiva, um dos cartões-postais do destino. Outros roteiros levam a mirantes e áreas de cavernas, como o complexo Aroe Jari, cuja visitação segue regras específicas.
A proximidade com Cuiabá facilita a chegada, mas os atrativos ficam distribuídos por diferentes áreas. Por isso, vale planejar os passeios considerando os deslocamentos, as condições de acesso e a necessidade de agendamento.
Letícia Cristina conheceu a Chapada com a Vivalá e se impressionou com os paredões, as cavernas e a vegetação do Cerrado. Além disso, as informações sobre a história do povo Bororo também despertaram seu interesse.


17- Foz do Iguaçu, Paraná
Foz do Iguaçu fica no oeste do Paraná, na fronteira com Argentina e Paraguai. A cidade abriga o lado brasileiro das Cataratas do Iguaçu, um dos conjuntos de quedas-d’água mais conhecidos do mundo.
O Parque Nacional do Iguaçu é a principal atração, mas o Parque das Aves e a Usina Hidrelétrica de Itaipu também merecem espaço no roteiro. Quem dispõe de mais dias pode considerar passeios nos países vizinhos, observando as exigências de documentação.
Foz é interessante para uma primeira viagem sozinha porque permite organizar os dias a partir de atrações com ingressos, horários e serviços definidos. Você pode reservar um dia para as cataratas, outro para o Parque das Aves e distribuir as demais visitas conforme seu interesse.
Para aproveitar melhor a estadia, pesquise os deslocamentos entre os atrativos e compre os ingressos com antecedência quando necessário.

18- Tiradentes, Minas Gerais
Tiradentes fica no Campo das Vertentes, em Minas Gerais, e preserva um centro histórico de ruas de pedra, igrejas e construções coloniais. A cidade também é conhecida pelos ateliês, restaurantes e eventos culturais.
A Igreja Matriz de Santo Antônio, o Largo das Forras e as pequenas ruas do centro estão entre os lugares que merecem uma visita. Além da arquitetura, vale conhecer o artesanato e experimentar pratos da culinária mineira.
Tiradentes combina com quem gosta de caminhar sem pressa. Você pode sair da hospedagem, escolher uma rua para explorar, entrar em um ateliê e descobrir um café pelo caminho. Essa calmaria torna a cidade interessante para alguns dias dedicados à própria companhia. Além disso, se quiser ampliar o roteiro, São João del-Rei fica nas proximidades.
19- São Paulo
São Paulo é a capital paulista e um dos principais centros culturais do Brasil. Museus, teatros, parques, restaurantes, livrarias e exposições oferecem uma programação que muda constantemente.
O MASP, a Pinacoteca e o Parque Ibirapuera estão entre os lugares mais conhecidos. Também vale explorar os centros culturais, conhecer restaurantes de diferentes cozinhas e consultar a agenda de espetáculos durante a estadia.
Uma viagem individual a São Paulo pode ser organizada em torno dos seus interesses. Quem gosta de arte encontra exposições para visitar durante vários dias, enquanto os restaurantes e mercados de diferentes bairros atraem quem deseja conhecer a gastronomia da cidade. Além do mais, como a capital é extensa, escolha a hospedagem considerando as regiões que pretende visitar e a proximidade com o transporte público.
Se quiser ampliar o roteiro pelo estado, conheça também outros lugares para viajar em SP.
20- Paraty, Rio de Janeiro
Paraty fica no litoral sul do Rio de Janeiro, entre a Serra do Mar e o oceano Atlântico. O centro histórico preserva ruas de pedra, igrejas e construções coloniais, enquanto o litoral possui praias e ilhas acessíveis por barco.
Além de caminhar pelo centro, vale conhecer os ateliês, experimentar a gastronomia local e reservar um passeio para explorar a costa. A região também possui cachoeiras e trilhas, ampliando as possibilidades para quem gosta de natureza.
Paraty é interessante para quem deseja combinar atividades culturais com dias próximos ao mar. Em uma manhã, você pode explorar o centro histórico; no dia seguinte, embarcar para conhecer praias e ilhas. Vale destacar que ficar hospedada perto do centro facilita as caminhadas e o acesso a restaurantes e espaços culturais.
Para explorar outras experiências na natureza pelo estado, conheça também as opções de ecoturismo no Rio de Janeiro.
21- Bonito, Mato Grosso do Sul
Bonito fica no sudoeste de Mato Grosso do Sul e é conhecido pelos rios transparentes, grutas e cachoeiras. As flutuações estão entre as atividades mais procuradas, permitindo observar peixes e vegetação aquática durante o percurso.
O Rio da Prata, o Aquário Natural e a Gruta do Lago Azul estão entre os atrativos conhecidos. Cada passeio possui regras específicas e pode exigir equipamentos, acompanhamento profissional e reserva antecipada.
Bonito exige organização, já que muitos atrativos trabalham com horários definidos e controle de visitantes. Para quem viaja sozinha, as atividades em grupos organizados facilitam a participação sem precisar formar uma turma de conhecidos.
O principal cuidado está no transporte. Muitas atrações ficam longe do centro, então confira se o deslocamento está incluído antes de reservar.
22- Salvador, Bahia
Salvador é a capital da Bahia e uma das cidades mais importantes para compreender a história e a formação cultural do Brasil. Sua arquitetura, gastronomia, música e manifestações culturais refletem diferentes influências, com forte protagonismo afro-brasileiro.
O Pelourinho, o Farol da Barra, o Museu Afro-Brasileiro e o Mercado Modelo estão entre os lugares conhecidos. Também vale conhecer espaços culturais, experimentar a culinária baiana e reservar tempo para atividades que apresentem a história da cidade.
Uma visita acompanhada ao centro histórico pode ajudar a compreender melhor os acontecimentos, as construções e as pessoas que marcaram Salvador. Para quem gosta de história e cultura, esse contato acrescenta novas perspectivas aos passeios.
Como os atrativos ficam distribuídos por diferentes bairros, organize os deslocamentos e escolha uma hospedagem que facilite a programação.
23- Curitiba, Paraná
Curitiba é a capital do Paraná e é conhecida pelos parques, museus e espaços culturais. O Jardim Botânico, o Museu Oscar Niemeyer e o Parque Barigui estão entre os lugares mais visitados.
A cidade também possui mercados, cafés, teatros e bairros com diferentes opções gastronômicas. O centro histórico e Santa Felicidade podem complementar o roteiro, dependendo dos interesses de cada visitante.
Curitiba é uma boa escolha para uma viagem curta, especialmente para quem gosta de combinar exposições, caminhadas e momentos ao ar livre. Você pode visitar um museu pela manhã, almoçar em um restaurante e reservar a tarde para conhecer um parque.
Antes de sair, confira os horários de funcionamento e planeje os deslocamentos entre as regiões.

24- Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis fica no litoral de Santa Catarina e é conhecida pelas praias, trilhas e esportes aquáticos. A ilha possui regiões com características diferentes, desde praias movimentadas até áreas com vilas de pescadores e paisagens tranquilas.
Campeche, Praia Mole, Joaquina e Lagoa da Conceição estão entre os lugares para viajar sozinha mais procurados. Santo Antônio de Lisboa também merece uma visita pelas construções históricas, restaurantes e paisagens voltadas para o mar.
Quem gosta de surfe pode aproveitar as escolas e aulas disponíveis em algumas praias. Já quem prefere descansar encontra opções de hospedagem próximas ao litoral, com restaurantes e serviços por perto.
É importante destacar que a localização faz muita diferença em Florianópolis. Como as distâncias e o trânsito variam bastante, vale escolher a região da estadia conforme os passeios que deseja fazer.
25- Ouro Preto, Minas Gerais
Ouro Preto fica na região central de Minas Gerais e é reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO. A cidade preserva igrejas, museus e construções ligadas ao período colonial brasileiro.
A Praça Tiradentes, a Igreja de São Francisco de Assis e o Museu da Inconfidência estão entre os atrativos mais conhecidos. As visitas também ajudam a compreender a história da mineração, o trabalho de pessoas escravizadas e as transformações que marcaram a região.
Para quem gosta de história e arquitetura, Ouro Preto merece tempo. Você pode dedicar uma manhã a um museu, visitar uma igreja e caminhar pelas ruas observando os detalhes das construções.
As ladeiras fazem parte da experiência, então leve calçados confortáveis e considere a localização da hospedagem ao planejar os passeios.

26- São Miguel do Gostoso, Rio Grande do Norte
São Miguel do Gostoso fica no litoral norte do Rio Grande do Norte, a cerca de 100 quilômetros de Natal. A antiga vila de pescadores ganhou espaço entre os destinos mais procurados por quem gosta de praias tranquilas, esportes aquáticos e dias sem muita pressa.
As praias de Tourinhos, Maceió e Santo Cristo estão entre os principais atrativos. Tourinhos chama a atenção pelas formações rochosas e pelo pôr do sol, enquanto Santo Cristo é bastante procurada para a prática de kitesurfe e windsurfe, especialmente durante a temporada de ventos. À noite, a Rua da Xêpa concentra restaurantes, bares e um movimento agradável para quem deseja sair.
Para mulheres que viajam sozinhas e desejam conhecer pessoas, as escolas de esportes aquáticos de São Miguel do Gostoso são uma boa opção. As aulas de kitesurfe e windsurfe permitem experimentar novas atividades e interagir com outros viajantes. Fora da água, os cafés, bares e restaurantes da vila também favorecem encontros e boas conversas.
Vale escolher uma hospedagem próxima ao centro se a ideia for circular a pé à noite. Para visitar praias mais afastadas, como Tourinhos, organize o transporte e procure retornar antes de escurecer, especialmente se não conhecer bem a região.
27- Lençóis, Bahia
Lençóis fica na Chapada Diamantina, no interior da Bahia, e é uma das principais portas de entrada para conhecer as cachoeiras, grutas e montanhas da região. A cidade preserva um centro histórico com casarões coloridos, ruas de pedra e construções que remontam ao período da exploração de diamantes.
Entre os passeios mais procurados estão o Ribeirão do Meio, conhecido por seu escorregador natural de pedra, a Cachoeira do Mosquito e o Poço do Diabo. Quem dispõe de mais dias pode conhecer a Gruta da Lapa Doce, o Morro do Pai Inácio e outros atrativos da Chapada Diamantina. No fim da tarde, o centro histórico ganha movimento com restaurantes, cafés e apresentações musicais.
Lençóis é interessante para quem deseja viajar sozinha e fazer trilhas sem precisar organizar uma travessia de vários dias. A cidade recebe visitantes interessados em natureza, e os passeios acompanhados oferecem oportunidades de compartilhar caminhadas com outras pessoas. Além disso, é possível aproveitar o centro histórico individualmente, conhecer lojas de artesanato e escolher um restaurante para jantar.
Antes de reservar as atividades, confira a dificuldade das trilhas e as distâncias entre os atrativos. Alguns passeios exigem um dia inteiro e acompanhamento especializado. Para quem está começando a fazer trekking, o Ribeirão do Meio pode ser uma boa escolha, desde que as condições do percurso estejam adequadas.
28- Brasília, Distrito Federal
Brasília, no Distrito Federal, foi inaugurada em 1960 e se tornou um dos principais exemplos da arquitetura modernista brasileira. Projetada urbanisticamente por Lúcio Costa, com edifícios marcantes de Oscar Niemeyer, a capital tem amplos espaços abertos, monumentos e uma organização urbana muito diferente da maioria das cidades brasileiras.
A Catedral Metropolitana, a Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional e o Memorial JK estão entre os principais pontos turísticos. Também vale conhecer o Santuário Dom Bosco, a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima e o Pontão do Lago Sul, bastante procurado para caminhadas, restaurantes e passeios à beira do Lago Paranoá.
Para quem viaja sozinha, Brasília pode render um roteiro cultural interessante. As visitas mediadas a edifícios públicos e os passeios de arquitetura ajudam a compreender a história da capital e podem aproximar pessoas com interesses semelhantes. Já o Centro Cultural Banco do Brasil e outros espaços de exposição oferecem alternativas para aproveitar a cidade no próprio ritmo.
Um cuidado importante é considerar as distâncias. Brasília possui grandes avenidas e áreas pouco favoráveis a deslocamentos a pé, principalmente entre os setores. Por isso, organize os passeios por região, consulte os horários de visitação e planeje o retorno à hospedagem, especialmente após atividades noturnas.
29- Ilha do Mel, Paraná
A Ilha do Mel, no litoral do Paraná, é uma boa escolha entre os lugares para viajar sozinha no Brasil, especialmente para quem deseja passar alguns dias perto da natureza, com praias, trilhas e uma rotina mais tranquila. Localizada na Baía de Paranaguá, a ilha tem áreas protegidas e pequenas comunidades que recebem visitantes durante o ano.
Encantadas e Nova Brasília são as principais bases para hospedagem. Entre os atrativos estão a Gruta das Encantadas, o Farol das Conchas e a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres. As caminhadas levam a praias e mirantes, enquanto os restaurantes locais servem peixes e frutos do mar.
A ausência de carros é uma das características mais interessantes da ilha. Para quem viaja sozinha, isso significa explorar boa parte dos arredores a pé, escolher uma praia para passar a tarde e aproveitar o tempo sem depender de uma programação extensa. Encantadas costuma atrair visitantes interessados em bares e um pouco mais de movimento, enquanto Nova Brasília facilita o acesso a outros atrativos.
Como os caminhos incluem trechos de areia e trilhas, escolha a hospedagem considerando o ponto de desembarque e os lugares que pretende visitar. Leve pouca bagagem, consulte os horários das embarcações e evite percorrer trilhas isoladas depois de escurecer.
30- Itacaré, Bahia
Itacaré fica na Costa do Cacau, no litoral sul da Bahia, onde a Mata Atlântica acompanha praias, rios e pequenas enseadas. A cidade é conhecida pelo surfe, pelas trilhas e pela vida noturna, que atrai viajantes interessados em natureza e em conhecer pessoas.
As praias da Concha, Resende, Tiririca, Costa e Ribeira ficam relativamente próximas da área urbana. Já Prainha e Jeribucaçu exigem deslocamentos e caminhadas específicas. Para quem gosta de aventura, também há atividades como rafting no Rio de Contas, além de passeios por cachoeiras da região.
Itacaré tem uma atmosfera bastante sociável, especialmente nas escolas de surfe, nos hostels e nos bares da Rua Pituba, onde se concentram restaurantes e parte do movimento noturno. Para mulheres que viajam sozinhas, fazer uma aula de surfe ou participar de uma atividade acompanhada pode ser uma maneira natural de conhecer outras pessoas. A Praia da Concha também é uma alternativa para aproveitar um dia mais tranquilo, perto de restaurantes e serviços.
Se pretende explorar praias com acesso por trilhas, pesquise as condições do percurso e considere fazer a caminhada acompanhada. Para quem deseja aproveitar a noite, hospedar-se perto da Rua Pituba pode facilitar os deslocamentos, mas vale avaliar o movimento e o ruído da região antes de reservar.
31- Recife e Olinda, Pernambuco
Recife e Olinda estão entre os melhores lugares para viajar sozinha e conhecer de perto a cultura pernambucana, presente na música, na gastronomia, nas manifestações populares e no cotidiano das duas cidades. Apesar da proximidade, cada uma tem seu próprio ritmo e atrações que merecem tempo no roteiro.
No Recife, o bairro do Recife Antigo abriga o Paço do Frevo, o Cais do Sertão e a Rua do Bom Jesus, uma das mais conhecidas do centro histórico. Já em Olinda, vale caminhar pelas ladeiras, conhecer os ateliês e visitar o Alto da Sé, de onde se tem uma bela vista do litoral. Vale destacar que o centro histórico da cidade é reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO.
E quem gosta de aproveitar a noite também encontra boas opções. No Recife, o Bairro do Recife e o Pina têm bares, restaurantes e espaços com música ao vivo, enquanto a Rua da Moeda é uma referência para quem procura uma programação mais descontraída. Em Olinda, os bares dos Quatro Cantos e do entorno do Carmo são boas opções para aproveitar a noite, especialmente quando há apresentações de frevo, samba e outros ritmos pernambucanos.
Outro aspecto que pode tornar a viagem especial é a receptividade dos recifenses. A conversa costuma surgir com facilidade nos bares, mercados e passeios culturais. Para quem viaja sozinha, esses encontros podem render boas indicações de lugares e até novas amizades.
Para aproveitar as duas cidades, reserve ao menos um dia para cada uma e consulte a programação cultural durante a estadia. À noite, prefira locais movimentados e organize o transporte de volta à hospedagem com antecedência.
32- Belo Horizonte, Minas Gerais
Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, é um destino para quem gosta de gastronomia, arte e uma boa conversa de bar. Conhecida pela cultura dos botecos, a cidade tem uma vida cultural movimentada, com museus, feiras, mercados e espaços para aproveitar tanto durante o dia quanto à noite.
O Mercado Central é uma parada para experimentar queijos, doces e outras especialidades mineiras. Já o Circuito Liberdade concentra museus e centros culturais, enquanto o conjunto arquitetônico da Pampulha, reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO, abriga obras importantes de Oscar Niemeyer. Aos domingos, a Feira Hippie da Avenida Afonso Pena também atrai visitantes interessados em artesanato, roupas e produtos locais.
Para mulheres que viajam sozinhas, a programação cultural e gastronômica de Belo Horizonte facilita a criação de um roteiro independente. Vale conhecer os cafés da Savassi, participar de visitas mediadas aos museus e aproveitar os bares de Santa Tereza, bairro conhecido pela tradição musical e pela vida boêmia. São oportunidades para conhecer a cidade e, quem sabe, puxar conversa com outros visitantes e moradores.
Se quiser aproveitar a noite, pesquise a programação dos estabelecimentos e organize o retorno à hospedagem. A Savassi pode ser uma base prática para quem deseja ficar perto de restaurantes, cafés e espaços culturais.
Além disso, caso deseje conhecer outras cidades e atrações do estado, confira também os lugares para viajar em Minas Gerais.
33- Ubatuba, São Paulo
Ubatuba fica no litoral norte de São Paulo e possui mais de 100 praias, muitas delas cercadas pela Mata Atlântica. O município faz parte de uma região com áreas protegidas, ilhas, cachoeiras e trilhas que atraem visitantes interessados em natureza e atividades ao ar livre.
A Praia de Itamambuca é conhecida pelas ondas e pela presença de surfistas, enquanto a Praia do Félix tem trechos procurados para banho e surfe. A Ilha das Couves, acessível por embarcação, é outro passeio conhecido, especialmente pelas águas claras. Quem gosta de caminhar também pode conhecer trilhas que levam a praias com acesso mais restrito, respeitando as condições ambientais e as regras de visitação.
Para quem viaja sozinha e deseja aprender a surfar, Itamambuca é uma opção interessante por concentrar escolas e atividades ligadas ao esporte. Já as praias com serviços próximos podem facilitar os dias de quem prefere aproveitar o mar sem uma programação extensa. Os passeios de barco também permitem conhecer outros visitantes durante as atividades.
Como Ubatuba possui um litoral extenso, escolha a hospedagem considerando as praias que pretende visitar. Se estiver sem carro, pesquise as opções de transporte antes de definir o roteiro. Também vale acompanhar a previsão do tempo, pois as chuvas podem interferir nos passeios de barco e nas trilhas.
34- Jericoacoara, Ceará
Jericoacoara fica no litoral oeste do Ceará, no município de Jijoca de Jericoacoara, e é conhecida pelas ruas de areia, pelas dunas e pelas lagoas de águas claras. A vila está próxima ao Parque Nacional de Jericoacoara e recebe visitantes interessados em praias, esportes aquáticos e passeios pelo litoral.
A Pedra Furada está entre os cartões-postais do destino, enquanto a Duna do Pôr do Sol é um dos lugares tradicionais para acompanhar o fim da tarde. Nos arredores, as lagoas do Paraíso e Azul aparecem entre os passeios mais procurados. Também vale conhecer as praias e os restaurantes da vila, que ganha movimento à noite com bares e apresentações musicais.
Para mulheres que desejam viajar sozinhas e conhecer pessoas, Jericoacoara oferece diferentes oportunidades de convivência. As aulas de kitesurfe e windsurfe atraem viajantes interessados em esportes aquáticos, enquanto os passeios pelas lagoas e a programação noturna da vila favorecem encontros. Quem prefere uma viagem tranquila pode aproveitar os cafés, as praias e os fins de tarde sem precisar preencher todos os horários.
O acesso à vila exige atenção, já que o trecho final passa por áreas de areia e utiliza transporte adequado. Organize o traslado com antecedência e confira as regras de visitação e as taxas vigentes antes de embarcar.
35- Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, fica às margens do Guaíba e possui uma vida cultural marcada pela literatura, pela música e pelas tradições gaúchas. Museus, parques, centros culturais e restaurantes fazem parte de um roteiro que pode ser explorado ao longo de alguns dias.
A Casa de Cultura Mario Quintana, instalada em um antigo hotel no Centro Histórico, é um dos espaços mais conhecidos da cidade. A Fundação Iberê Camargo também merece uma visita pela arquitetura e pelas exposições de arte. Para conhecer a gastronomia local, vale passar pelo Mercado Público e experimentar pratos típicos em restaurantes e churrascarias. No fim da tarde, a Orla do Guaíba é um dos lugares procurados para acompanhar o pôr do sol.
Quem viaja sozinha e gosta de atividades culturais pode aproveitar as exposições, as livrarias e os cafés da cidade. O bairro Cidade Baixa é conhecido pelos bares e pela vida noturna, enquanto o Bom Fim tem cafés, restaurantes e espaços frequentados por moradores. Esses lugares podem entrar no roteiro de quem deseja sair à noite ou conhecer diferentes aspectos da vida urbana de Porto Alegre.
Para facilitar os passeios, considere uma hospedagem com acesso às regiões que pretende visitar e consulte a programação cultural durante a estadia. Se for aproveitar os bares da Cidade Baixa, organize o transporte de volta, especialmente nos horários de menor movimento.

Lugares para viajar sozinha no exterior
Quer aproveitar uma viagem sozinha para conhecer outro país? Algumas cidades oferecem transporte público, atividades culturais e passeios compartilhados que facilitam o planejamento, inclusive para quem está organizando sua primeira experiência internacional.
Selecionamos cinco destinos com diferentes possibilidades de viagem, considerando infraestrutura turística, experiências disponíveis e cuidados importantes para mulheres que viajam sem companhia.
36- Lisboa, Portugal
Lisboa está entre os lugares para viajar sozinha no exterior, especialmente para quem deseja fazer a primeira viagem internacional. A facilidade de comunicação em português, o transporte público e a variedade de atrações ajudam a organizar os dias sem depender de uma companhia.
Alfama, Chiado e Belém estão entre os bairros mais conhecidos, com ruas históricas, museus, mirantes e restaurantes. Também vale conhecer o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém e reservar um dia para visitar Sintra, nos arredores da capital.
Para conhecer outras pessoas, considere caminhadas culturais e atividades compartilhadas. Já nos transportes e pontos turísticos movimentados, mantenha atenção aos pertences e planeje o retorno à hospedagem, especialmente à noite.
37- Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires é um destino interessante para mulheres que gostam de arte, gastronomia e programação cultural. A capital argentina reúne museus, livrarias, cafés históricos e bairros que podem ser explorados ao longo de vários dias.
Palermo, Recoleta e San Telmo estão entre as regiões mais conhecidas. Vale caminhar pelos parques, visitar o Museu Nacional de Belas Artes, conhecer o Teatro Colón e experimentar a culinária local.
As aulas de tango e os passeios culturais são oportunidades para interagir com moradores e outros visitantes. Para facilitar a viagem, escolha uma hospedagem próxima ao transporte público e organize os deslocamentos noturnos com antecedência.
38- Santiago, Chile
Santiago combina atrações culturais, parques e paisagens próximas à Cordilheira dos Andes. A capital chilena possui uma rede de metrô que facilita o acesso a diferentes regiões e pode ajudar quem pretende explorar a cidade sozinha.
O Cerro San Cristóbal, o Cerro Santa Lucía, o bairro Lastarria e os museus do centro são algumas possibilidades de passeio. Quem dispõe de mais dias pode incluir visitas a vinícolas e excursões para áreas de montanha, conforme a época do ano.
As atividades compartilhadas são uma alternativa para conhecer outras pessoas e explorar regiões afastadas. Antes de reservar passeios na cordilheira, confira as condições climáticas, os deslocamentos e a estrutura oferecida pela empresa responsável.
39- Montevidéu, Uruguai
Montevidéu pode agradar mulheres que procuram uma viagem internacional com programação cultural e tempo para explorar a cidade no próprio ritmo.
A Rambla acompanha parte da orla e é um dos espaços conhecidos para caminhadas. A Ciudad Vieja reúne construções históricas, museus e restaurantes, enquanto o Mercado del Puerto é uma opção para conhecer a gastronomia uruguaia.
Para ampliar a programação, vale participar de caminhadas culturais e consultar a agenda de apresentações e exposições. Também é importante pesquisar os bairros antes de escolher a hospedagem e evitar deslocamentos por áreas desertas, principalmente à noite.
40- Quioto, Japão
Quioto é uma opção para mulheres interessadas em história, arquitetura e cultura japonesa. A cidade preserva templos, jardins e bairros tradicionais que podem ser conhecidos em diferentes passeios.
O Fushimi Inari Taisha, o Kiyomizu-dera e a região de Arashiyama estão entre os atrativos mais visitados. Também vale caminhar pelas ruas de Higashiyama e conhecer mercados e espaços culturais.
O transporte público facilita os deslocamentos, mas a distância do Brasil, o idioma e os custos exigem planejamento. Para quem deseja compartilhar experiências, visitas culturais organizadas e atividades em pequenos grupos podem ser boas alternativas.
Lugares para viajar sozinha: como escolher o melhor lugar para viajar sozinha?
O melhor lugar para viajar sozinha depende do tipo de experiência que você procura. Para uma primeira viagem, destinos com passeios organizados e boa infraestrutura turística podem facilitar o planejamento. Foz do Iguaçu e Bonito são exemplos para quem prefere reservar as atividades antecipadamente.
Se você gosta de conhecer cidades no próprio ritmo, Tiradentes, Ouro Preto e Paraty permitem combinar caminhadas, museus e gastronomia. Já Florianópolis e Itacaré são opções para quem prefere praias e atividades ao ar livre.
No exterior, Lisboa pode facilitar a adaptação pelo idioma, enquanto Buenos Aires e Santiago oferecem programação cultural e transporte público. Para quem deseja conhecer uma cultura mais distante, Quioto também pode ser considerada, desde que haja planejamento adequado.
Mais importante do que escolher um destino popular é encontrar uma viagem compatível com seus interesses, orçamento e experiência.
Melhores lugares para viajar sozinha e conhecer pessoas
Alguns destinos favorecem encontros por causa das atividades que fazem parte da programação.
Em Itacaré, Florianópolis e São Miguel do Gostoso, as aulas de esportes aquáticos podem aproximar pessoas com interesses semelhantes. Na Chapada dos Veadeiros e no Vale do Pati, as caminhadas também criam oportunidades de convivência.
Outra possibilidade é participar de uma expedição. Ao compartilhar passeios, refeições e deslocamentos, você conhece pessoas que escolheram viver uma experiência parecida.
Karine Monteiro e Julianna Bettim, por exemplo, fizeram suas primeiras viagens sozinhas com a Vivalá e encontraram nas amizades uma parte importante das experiências.
Lugares para viajar sozinha: como viajar sozinha com mais segurança?
Viajar sozinha exige atenção ao planejamento, especialmente quando você estará responsável pelas decisões do dia a dia.
Antes de embarcar, pesquise a localização da hospedagem, consulte avaliações recentes e confira as opções de transporte. Também vale compartilhar seu itinerário com alguém de confiança e manter uma reserva financeira para imprevistos.
Em destinos de natureza, informe-se sobre as condições das trilhas, a previsão do tempo e a necessidade de acompanhamento profissional. Nas cidades, organize os deslocamentos, principalmente à noite.
Para expedições de longa duração, como as do Monte Roraima e do Pico da Neblina, o preparo físico e a escolha da operação são fundamentais.
No Brasil, os principais telefones de emergência incluem 190, para a Polícia Militar, 192, para o SAMU, e 193, para o Corpo de Bombeiros. O Ligue 180 oferece atendimento e orientação relacionados à violência contra mulheres.
Lugares para viajar sozinha: quais países evitar ao viajar sozinha?
Antes de escolher um destino internacional, vale verificar se existem riscos específicos para mulheres estrangeiras. Em alguns países, conflitos armados, sequestros, restrições de circulação e dificuldades para obter assistência tornam as viagens turísticas especialmente arriscadas.
No Afeganistão, mulheres enfrentam restrições severas à autonomia e à circulação, além de riscos de detenção e violência. No Iêmen, os conflitos, o terrorismo e os sequestros representam ameaças importantes para visitantes estrangeiros, enquanto determinadas regiões também impõem limitações aos deslocamentos femininos.
O Sudão apresenta riscos relacionados ao conflito armado e à violência sexual. No Haiti, a atuação de grupos armados, os sequestros e a dificuldade de acesso à proteção policial comprometem a segurança. Já na República Democrática do Congo, especialmente nas regiões afetadas por conflitos, há registros de sequestros e violência sexual.
Esses países não representam um ranking dos lugares com maior incidência de violência contra turistas. As condições variam conforme a região e podem mudar rapidamente. Por isso, consulte os alertas oficiais antes de viajar e evite destinos para os quais exista recomendação de não realizar viagens turísticas.
Lugares para viajar sozinha: dicas de viagem
Algumas escolhas fazem a diferença na hora de encontrar lugares para viajar sozinha e planejar uma experiência que combine com você. Por isso, separamos algumas dicas para ajudar nesse processo:
- Escolha o destino pelos seus interesses. Pense se prefere descansar, conhecer uma cidade, participar de atividades culturais ou caminhar pela natureza.
- Pesquise a hospedagem. Considere a localização, as avaliações e a facilidade de acesso aos lugares que pretende visitar.
- Organize a chegada. Confira como ir do aeroporto ou da rodoviária até a hospedagem.
- Planeje os custos individuais. Transporte e hospedagem podem ter valores diferentes quando não são divididos.
- Reserve atividades com antecedência. Isso é importante em parques, expedições e destinos com controle de visitantes.
- Considere experiências compartilhadas. Elas podem facilitar os passeios e criar oportunidades de conhecer pessoas.
- Deixe espaço para mudar os planos. Nem todos os dias precisam ter uma programação completa.
Lugares para viajar sozinha com a Vivalá
Nas expedições da Vivalá, você encontra diferentes lugares para viajar sozinha pelo Brasil, com roteiros organizados, grupos de viajantes e experiências que aproximam você da natureza e das comunidades locais.
É uma oportunidade de conhecer novos destinos, compartilhar momentos com outras pessoas e viver experiências de turismo sustentável, mesmo que seja sua primeira viagem sem companhia.
Já escolheu seu próximo destino para uma viagem solo? Converse com a equipe da Vivalá pelo WhatsApp e descubra qual expedição combina mais com você!




